#NB109 – O que Deus (realmente) quer de mim?

No Barquinho maio 21, 2016 10

Fala, discípulo!

O que tenho feito pra Deus é o que Deus quer que eu faça pra ele? Fazer algo na igreja já é suficiente pra Deus se agradar do que tenho feito? Trabalhar na igreja tem sido uma forma de aliviar a consciência para não fazermos o que Deus de fato quer que façamos? Ter muitas atividades na igreja tem te deixado longe de Deus?

Pedro AngellaThiago Ibrahim e Matheus Soares, diretamente do Mar da Galileia, se reunem No Barquinho, com Cacau Marques, Gabriel Tuller e Erik de Oliveira para refletir (e muito) sobre o que temos feito pra Deus, o que temos feito na igreja, e como estes dois trabalhos podem se tornar tão antagônicos.

Neste episódio, vamos discutir o sentimento de incompetência de nossos atos em relação à expectativa que achamos que Deus tem de nós, e como resumimos isso ao trabalho na igreja, querendo acreditar que estamos cumprindo o chamado integral.

Duração: 01h12min15s

Edição: Chico Gabriel / Thiago Ibrahim
Arte da vitrine: Erik de Oliveira (portfolio)
ZIP: para baixar o podcast zipado, clique aqui.

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  • Welber Martins

    O q ele quer de mim? Sendo o desocupado kkkkk

  • Lourival Gonçalves

    Muitas vezes no meio das atividades existe a necessidade de respirar e recarregar a bateria.Eu faço isso.Antes de mais nada, saber o porque eu estou fazendo isso tudo é importante.Como diz Marco Almeida em seu hino :
    Nada importa se isso tudo não for antes santificado
    Bem no interior do meu peito deserto.
    Parabéns pelo podcast.

  • Silvana Oliveira E Silva

    Olá tripulantes. Episódio que mexeu com minhas lembranças.
    Nasci numa família de ativistas de igreja. Cresci quase como uma levita (levando água pra pedreiro, lavando banheiro, ornamentando igreja, e o mais que se imaginar). Valorizo esse tempo porque aprendi a importância de se dedicar à vida eclesiástica e a ter disposição para o serviço de qualquer natureza. Mas conforme cresci, adquiri a “Síndrome de Marta” (não a Martha da DC, a Marta da Bibliaaaaa). Estar resolvendo um problema do cargo, na cantina, ou planejando um evento supera a importância da vida devocional e da atenção à ministração ou às celebrações em si. Fazer algo se torna mais importante do que ser alguém.
    Foram anos nesse ativismo inconsciente, e valorizei demais a estrutura e a presença ao máximo na vida eclesiástica.
    Há alguns anos, eu enfrentei um processo de desgaste espiritual terrível, que não me levou pra longe da igreja por causa desse ativismo maníaco, mas me distanciou do Senhor de forma indolor. Foi quando decidi aceitar a reconciliação divina durante um evento evangelistisco. “Acho que vc não entendeu o apelo, Silvana”, o pastor falou quando eu atendi ao chamado e fui pro aconselhamento individual. Pouco depois, mudei de cidade e de igreja, fui melhor nutrida e entendi.
    Hoje eu entendi.João: 15. 16. Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. Deus quer que frutifiquemos. Que espalhemos o Evangelho por onde quer que passemos. E a igreja é um meio e não o fim. Enfim, deixei de ser crente Bonsai e fui plantada no jardim.
    Deus é maravilhoso..continuem assim pessoal.

  • Victor Alexandre

    Como um filho de pastor, nascido e criado dentro da igreja, sei muito bem como é o peso de trabalhar na igreja.
    Mas ao longo da caminhada Cristã, tenho aprendido que Vida Cristã não é trabalho, é Jesus em nós. Espiritualidade não é a quantidade de responsabilidades e ministérios que participamos, mas é estar ligado à Videira (João 15)
    Vida Cristão não é trabalho, mas descanso em Jesus! E isso não quer dizer que passaremos a ser ociosos, pelo contrário!

    Outra coisa que achei interessante o Erick ter falado, é de que a Igreja não é nossa. Então, ela existe e continuará existindo sem nós. Temos que parar com a ideia de que “se eu não estiver as coisas não acontecem como deveriam”! A Igreja é de Cristo e seguirá por onde quer que Ele e leve!!

    Ótimo Cast, parabéns!
    Abraço do Vitão

  • Amanda C

    É o que sempre digo: ir em mais de 01 culto por semana é religiosidade. rsss brincadeirinha, com fundinho de verdade.

    Logo que casamos, ficamos meses indo apenas um domingo por mês, mas indo todos os sábados na igreja. De manhã nos ensaios, ás vezes a tarde para discipulados e no culto de jovens á noite.

    Foi um tempo muito importante, pois nos fortalecemos como uma nova família. Domingo se tornou o nosso dia – dia de acordar tarde, de ficarmos juntos, de descansar da correria da semana.

    Essa prática não era muito bem vista por alguns, mas a gente trabalhava e dava frutos pro reino.

    Acho importante o culto de domingo pois é o momento de comunhão com os irmãos e todos juntos em comunhão com Deus. Mas nem só de domingo viverá uma igreja e nem só de fazer coisas na igreja existirá um cristão.

  • Um dos melhores episódios. Acho que tanta gente quis gravar dessa vez porque quando começamos a entender ou pelo menos nos questionarmos sobre esse assunto, todo mundo tem o que dizer.

    Certa vez ouvi em um dos podcasts cristãos que acompanho que “na igreja quem não trabalha dá trabalho”. Não consigo concordar com essa generalização. O que motivou a pessoa a não trabalhar? Isso é uma fase ou é definitivo? Não ajudar é atrapalhar? O que é trabalhar na igreja? E o trabalho fora das 4 paredes? São algumas questões a pensar.

    Deus nos dá talentos, vocações, chamados. Percebê-los não é como abrir um biscoito da sorte ou uma caixinha de promessas. A gente entende o que ele quer de nós conforme vamos trabalhando pelo Reino dele. As coisas simplesmente vão acontecendo, só precisamos estar dispostos e abertos ao agir dele.

    Há pouco tempo vocês leram uma comentário meu em que relatei meu esforço para em tudo demonstrar o evangelho na minha vida. O Pedro argumentou que é preciso cuidado para não virar o chato do círculo social. Na verdade procuro justamente não ser esse chato, não ficar fazendo proselitismo, mas demonstrar Cristo com minhas ações e aproveitar as oportunidades que me abrirem para então falar dele abertamente. Adotei essa atitude quando comecei a entender melhor que meu serviço para o Reino vai muito além das 4 paredes do templo, que o servir a Deus, a atividade sagrada, deve ser minha vida diária em todos seus aspectos. Para nós não deve haver distinção entre atividade sagrada e atividade secular.

    E o No Barquinho é um desses serviços que vocês prestam a Deus e que abençoa a todos nós. Vão nessa força!

  • O que Deus quer de mim é que eu cumpra o propósito para o qual eu fui criado: glorificá-lo. Só isso. Agora, como eu vou fazer isso vai depender da minha entrega e relacionamento com Ele, para saber como cumprir meu propósito na minha rotina diária.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Matheus Ramos de Avila

    A fala do Mateus sobre conseguir ler apenas o texto que seria ministrado na EBD me tocou muito; eu há pouco tempo atrás estava justamente passando por essa fase e vejo o quanto isso é ruim para a nossa espiritualidade. Uma vida cheia de atividades verdadeiramente é destrutiva. Atualmente estou tentando desafogar a minha agenda, é complicado. O podcast ficou muito bom.

  • André Lopes

    Muito bom o episódio, acho muito válida essa reflexão, que na pratica estou fazendo na minha vida para evitar o ativismo e se perder de coração… Boa, um abraco

  • Patrícia Matos Vidal

    Muito bom, essa dúvida estava na minha cabeça a mto tempo.