Delas #09 – Geração Leite com Pera

No Barquinho setembro 18, 2015 29

Bem-vindo ao Delas!

Este é o podcast Delas, e dessa vez Jaqueline Lima, Sara Martins e Renata Melanias unem-se ao lindo Daniel Sas e ao cabra da peste Ivandro Menezes para falar sobre essa geração criada a leite com pera e ovomaltine!

Somos mesmo um bando de mimizentos egocêntricos?

O problema está onde? Temos que parar de jogar video-game e aprender a fazer as tarefas de casa como nossas mães?

Vem divagar com a gente sobre o assunto!

E lembre-se: os comentários são o seu espaço para deixar dúvidas, críticas e sugestões! Continue sendo um(a) lindo(a) e educado(a) ouvinte e use esse espaço com respeito e responsabilidade! ♥

Podcasts Relacionados:
– Ouça o último No Barquinho: #NB93 – Aleatoriedades
– Ouça o último À Deriva: #AD22 – Independência
– Ouça o último OsCabraCast: As ironias da cruz

Textos comentados no episódio:

– “Porque os jovens profissionais da geração y estão infelizes“, por Tim Urban
– “A nova geração de homens mimados“, por Gustavo Gitti
– “Quanto custa ser um homem?”, por Paul Washer
– “O evangelho macho de Driscoll e Piper“, por Hélio Pariz

Vamos para a Confraria 2015?
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Duração: xminxs 
ZIP: para baixar o podcast zipado, clique aqui!

Edição: Thiago Ibrahim
Arte da vitrine: Daniel Sas (portfolio)

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  • Line Rocha

    hahahahahha mimados

  • Manoella Ferreira

    Baixando! o/

  • Wes Lube D. Neves

    Para a nosssssssssssssssa Alegria!!! kkkkkkkkkk Saiu o podcast Delas!!

  • Henrique Pretti

    Muito bom o episódio. Varias coisas que foram sendo faladas, poderiam ser comentadas se eu nao estivesse no ônibus… Mas acho que a nossa sociedade nos levou a chegar onde estamos, dentro da real necessidade de nossa vida financeira , profissional, religiosa, etc.
    tenho dois filhos e por conta do financeiro, quando a Valentina nasceu, minha esposa voltou a trabalhar com 2 meses… Ja com o Lorenzo, nossa situação favoreceu ao fato dela poder ficar com ele durante todo primeiro ano. E nisso, notamos grande diferença nas crianças e também na mãe, que pode curtir esse tempo.
    A família se perdeu sim no caminho, e não falo isso sendo machista, mas sim pensando no que as crianças tem hoje como referencia, onde muitas vezes são professores, avós, tios… E em último lugar os pais!

    Abraço a todos!

    • M Barbosa

      Cara, sobre seu comentário, o fato de país estarem menos com filhos acredito que isso não seja necessariamente ruim. O lado ruim todo mundo sabe, agora o lado bom é que cria jovens mais independentes (no meu caso, papai e mamãe trabalham bastante), quando vc não tem a mamãe e papai disponível o tempo todo vc acaba se virando sozinho.

      • Henrique Pretti

        Não acho que isso seja um problema e concordo que ajuda na independencia das crianças, tanto que vejo isso na Valentina, que não foi “paparicada” o tempo todo quando bebezinha, e hoje o Lorenzo, mesmo tendo a mãe mais perto, acabou aprendendo com a irmã como se virar em muitas coisas.

        Só acho que é mais válido estar perto, dando esse carinho que só a mãe pode dar!

        Abcs

  • J|F

    Muito bom o tema, novo mundo nova educação. Conheci essa semana o podcast, estão de parabéns. Sucesso.

  • Lindas… Ouvindo! s2

  • Agnes Kochhann

    Enquanto ouvia fui refletindo se minha recente saída do emprego não foi reflexo de ser leite com pêra. Será?
    Eu realmente me sentia presa com esse negócio de ter horário pra entrar, pra sair, gente me cobrando, não tempo pra nada. Só que, agora, eu não consigo me adaptar a uma rotina mais livre, sem cobranças. Achei que conseguiria ler mais a Biblia, orar, fotografar, correr, ler, estudar… Mas não. Assumir responsabilidades é dificil demais tendo tanta liberdade. O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade? Me pergunto. kkkkk
    Apesar de crescer me achando responsável por tudo, hoje vejo que eu sinceramente não sei gerenciar a vida. Ou talvez não queira. Tenho 21 anos e devo mesmo ser reflexo dessa geração leite com pêra.
    Parabéns pelo Podcast pessoal, vocês são demais.

  • Welber Martins

    Ñ soy exemplo de maturidade! Mas feliz por estar longe de (outro termo q pode ser usado ) mimado, a ñ ser por morar com minha mãe , mas a dois anos contra minha vontade. Agradeço aos podcasts que me ajudaram amadurecer muito em. Tão pouco tempo

  • André Lopes

    Muito bom o debate, acho importante pensarmos sobre as gerações, principalmente essa que está entrando no mercado de trabalho. Nos últimos anos estava fácil arrumar emprego e ameaçar sair se as coisas não fossem como queriam. Mas com a crise que enfrentaremos nos próximos anos essa geração enfrentará dificuldades e isso vai ajudar a muitos a amadurecer. Hoje mesmo uma amiga minha que é professora nos contava que ouviu de uma mãe “não quero que minha filha tenha dificuldades”. Precisamos ajudar nossos filhos, alunos, colegas a aprenderem como enfrentar as dificuldades e não evitar que eles tenham dificuldades. Enfim, boa conversa. Sas lindão!

    • M Barbosa

      Adorei seu comentário !

  • Lourival Gonçalves

    Cadê o @pedroangella:disqus?kkkkkkkkkkkkkkk

    • Cadê o comentário, Louriva? Kkkkk

      • Lourival Gonçalves

        kkkkkkkk

  • Rogerio Macedo

    Que podcast divertido, meninas!

    O cabra Ivandro mostrou que leite com pêra não é com ele, haha.
    Já o Sas… Deixou a desejar HAUHSUHSUASUH Mas ele está sendo mudado em nome de Jesus!

    Concordo que a geração atual é cheia de “mimimi”. Não aceita ser contrariada e quer tudo aos seus pés. O problema é que, num futuro próximo, ela quebrará a cara, pois a vida bate, e quando bate, bate forte.

    Eu dependo da minha mãe para algumas coisas, mas graças a Deus Ele me deu uma consciência que sabe quando reconhecer os erros, que está aberto a ouvir críticas e que está pronto para por a mão na massa quando necessário. Preciso mudar em muita coisa, claro, mas agradeço a Deus por eu não ser tão acomodado como muita gente que eu conheço.

  • Sempre quando falam em geração x, y, millenium etc., percebo que nasci na época errada. Praticamente estou uma geração atrás. Enquanto a “minha geração” tem a tendência a fica pouco tempo em um emprego, eu planejo crescer onde estou, tal como a geração passada. Talvez porque aprendi dar valor para as coisas desde pequeno, sei o esforço e suor necessário para o que ganho ou conquisto.
    Alguns podem me olhar torto, pensando que não tenho visão, sou acomodado, mas eu penso em ajudar a empresa onde estou a crescer, não “passar a perna” nos meus superiores, pois é exatamente isso que as “palestras motivacionais” ensinam.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Manoella Ferreira

    Acabei de escutar o podcast e foi muito interessante. Eu estou com meu esposo há 8 anos e somos casados há 4 anos e ainda não temos filhos. Tudo que o Ivandro falou é tudo o que eu penso hoje em dia. A maioria dos adolescentes estão tendo tudo muito fácil. Na minha adolescência eu tive que pensar em trabalhar com 16 anos porque minha família passou um período de dificuldade e tive que passar de colégio particular para o estadual, onde eu trabalhava de tarde e estudava a noite. Eu vejo até na minha própria família, que os pais não deixam os filhos nem ir na padaria comprar o pão, um absurdo, enquanto que na minha época eu ia todos os dias. Os pais de hoje em dia mesmo tendo melhores condições e cristãos deveriam abrir o olhos com relação a criação que está sendo passada hoje, eu vejo os adolescentes gritando dentro dos ônibus, batendo com o celular na sua cara pra não deixar de ver a mensagem no whatsapp. Até aonde nós vamos chegar. Eu já vi um texto no facebook sobre deixar os filhos andar de ônibus que é muito legal, citando uma rotina para que seu filho seja mais seguro com relação a andar sozinho sem a presença dos pais, pra ir e voltar de algum lugar, esse texto é bem interessante.
    Bom meninas, amei o cast e que Deus continue abençoando! Bjosss

    • M Barbosa

      Eu acredito que os jovens estão assim justamente pela sociedade em que vivem. A referência inicial não veio dos jovens, apenas pegamos referência da própria sociedade

      • Manoella Ferreira

        Tb concordo.

  • Wanda Oliveira Lnr

    Que bom, Podcast Delas novo assunto. Amoooo

  • Leonardo Moreira

    Parabéns pelo Delas#09 vocês estão de parabéns meninas e agregados. Vemos sim, em formação, uma geração que contesta ser corrigida diretamente, uma geração que vive escondida nas teorias comportamentais que originaram a lei da palmada, que tinha objetivo claro evitar exageros e acabou inibindo o poder de correção e autoridade dos pais dentro da família. Vivemos num tempo em que adolescentes acham que podem fazer o que quiserem sem noção de limites, mimados por pais que no afã de evitarem que seus filhos passassem pelas carências que viveram, dão tudo menos limites. E o que parecia não ter nada a ver, gera uma galera cheia de vontades e mimimis, que acham que a diversão vem antes do trabalho.

  • Wanda Oliveira Lnr

    Amei o assunto, não sou dessa geração mas adorei o debate.
    Pra quando é o próximo podcast hein, hein???

  • Loana

    Ufa! Eu poderia ser leite com pera porque tenho 18 e mudei da casa dos pais para a casa da vó. Ainda bem que eu sempre ajudo minha avó e já vou trabalhar no início do mês.

    ~leite com pera~ é uma expressão estranha demais. Fico imaginando o gosto das duas coisas e parece que elas não concatenam XD.

  • Gabriel Silva

    kkkkk muito legal

  • Karyne Santiago

    Orgulho do lindo do meu irmão *o* haha!
    Percebi que faço parte dessa geração que não tem data prevista pra sair da casa dos pais. Triste realidade! Mas um dia eu saio!!! kkkk
    Estão de parabéns meninas.

  • Nayara Melo

    Que podcast! O programa abordou muito bem muitas nuances sobre a realidade de hoje, parece que estamos cada vez mais evitando o sofrimento e tornando as pessoas mais mimadas e acostumadas ao que é entregue. A capacidadde de ‘subversão’, da insatisfação com direcionamento para mudança., está um pouco ausente.

    Masss veio também aproveitar esse espaço e comentar sobre um texto que li sobre a ” A era da vertigem” publicado no estadão, deixarei o link no final, a sociologa traz vários pontos da nossa sociedade e reflexoes nem tão comuns sobre o feminismo. De certa forma, acredito que esse texto/entrevista conversa muito com tudo que já foi partilhado aqui no delas.

    Beijo pra voces, ( vou deixar um gostinho do texto)

    “Quando você coloca todo o significado na sua carreira, está fadado à superficialidade e ao vazio. Há poucos lugares no topo de cada carreira. O que acontece é que, de repente, o corpo enfraquece e o que você sempre quis não tem mais tanto valor quanto sua saúde e sua família. Falta essa perspectiva a esse sistema, mas, infelizmente, as mulheres entraram de cabeça nele. Por isso digo que as que optaram por uma família numerosa são mais felizes. Estamos nos dirigindo para a ruína espiritual quando essas mulheres, que não queriam casar nem ter filhos, percebem o vazio do sucesso na carreira que pensavam ser o ponto mais alto do universo. Elas se sentem catastroficamente sozinhas.”

    http://alias.estadao.com.br/noticias/geral,era-da-vertigem,1765169

  • Ingrid Alexandre

    Podcast maravilhoso!
    O que dá raiva e ver pais que mimam os seus filhos ao extremo e entendem isso como proteção não sabem o mal que fazem, graças a Deus minha mãe soube me criar, sempre me incentivou a correr atrás do que eu queria e eu sempre tive convicção de quem eu queria ser.
    Acontece que essa super proteção esse incentivo dos pais ao conformismo dos filhos vem um pouco da cultura brasileira, e só observar uma grande diferenca de delegação de responsabilidade que há entre os pais brasileiros e os americanos, nos EUA os filhos ao atigirem a maior idade são incentivados a morar fora, parte disso deve-se porque es universidades costumam ser no modelo de internato; já no Brasil os filhos r tem um acesso a formação superior bem pertinho da sua casa, ele não tem nem o trablho de sair da casa dos pais ter uma experiencia longe do “colinho de mamãe”, então porque se incomodar em sair das asas dos pais se ele sempre vai ter tudo com tanta facilidade?
    É o que eu sempre discuto com minha mãe quando falo em morar só, acho que todos os pais deveriam deixar seus filhos se virarem por si mesmos cortar esse “cordão umbilical” deixar que eles tenham as suas experiências e não protege-los ao extremo, se não sempre teremos esse geração de mufinos sensíveis as provas da vida.
    Obrigado pelo Podcast!

  • I.B.

    Achei interessante o que disseram sobre lidar com fracasso. Muitas pessoas dessa geração não lidaram o suficiente com fracasso ou então foram privadas disso. Quando acontece, elas ficam extremamente frustradas e agem como se o mundo desabasse. O que me preocupa é a atitude de “desistir” ou “deixar passar” que essas pessoas têm nessas situações. Por mais que você fique triste e decepcionado, o mundo não para aí, tem que se erguer de novo, bolar uma estratégia diferente e correr atrás. O tempo não para pra chorarmos nossas amarguras, infelizmente (ou felizmente, né?).

    Outra coisa que pontuaram no podcast que achei interessante é como alguém pode ser criado a leite com pêra e não se tornar uma pessoa tal qual, enquanto outra pode ser criada do jeito “ideal” e ser leite com pêra. Acho que isso depende de uma série de fatores, fora do eixo família e dentro do próprio indivíduo.

    Primeira vez que escuto o No Barquinho, por indicação de uma amiga. Gostei. 🙂