#NB78 – #JeSuisCharlie e a realidade francesa

No Barquinho janeiro 23, 2015 53

Fala discípulo! Pedro Angella, Thiago Ibrahim e Matheus Soares, diretamente do Mar da Galileia, reúnem-se No Barquinho para tentar entender os atentados terroristas que ocorreram em Janeiro na França e o porquê da hashtag #JeSuisCharlie. E para isso, chamamos nosso correspondente Alexandre Milhoranza (BTCast) diretamente do país onde tudo isso aconteceu.

Neste podcast, conheça um pouco da cultura francesa, da relação com a população estrangeira no país e principalmente com os milhões de muçulmanos, entenda a visão dos franceses sobre o periódico Charlie Hebdo, como funciona a liberdade de expressão na França, acompanhe um pouco da história do Milhoranza dentro da marcha pela paz que aconteceu por todo o país e como foram as manifestações das diversas vertentes religiosas lá. No final entenda o verdadeiro motivo da frase #JeSuisCharlie e se faz sentido defendê-la ou não.

Nesse programa saiba quem mora num condomínio de maioria muçulmana, quem faz piada sem graça com Charlie Brown e nos extras um pouco dos bastidores desse episódio.

Duração: 01h20min00s
– Abertura: 00h00min38s
– Epístolas: 00h52min15s
– Extras: 01h16min16s

ZIP: para baixar o podcast zipado, clique aqui

Edição: Pedro Angella
Arte da vitrine: Daniel Sas (portfolio)

Avisos:
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Saiu o primeiro episódio do Delas! Delas #01 – Esse Tal de Feminismo…

Links relacionados ao podcast:
Site do Bibotalk
Site do Milhoranza
OsCabraCast #16 – Geração de bundões?

Links das epístolas:
– #ArrozDeFesta1: Chico Gabriel no Retratismo Podcast #49
– #ArrozDeFesta2: Pregação do Cacau Marques na igreja do Matheus
– #ArrozDeFesta3: Cacau Marques no GraçaCast #57: Os Limites do Humor

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  • “Eu quis dizer, você não quis escutar…”
    Os Paralamas são um Sucesso. E não morreram ainda.

    Abraço

    EddieTheDrummer (PADD)

  • Lourival Gonçalves

    É JESUIS ou Je Suis?kkkk

  • Esqueci que mudou a programação, na próxima serei melhor e tornarei o desocupado da vez.
    Kkk

    Ouvindo aqui

    • pablodpaiva

      isto é o q vc pensa hahahaha proximo será jho c certeza

    • Lamentável.

      • Matheus e suas palavras suaves… Kkkk
        Ainda conseguirei a tríplice coroa 😉

        • Rebeca da Gama

          Mas o 1º comentário no facebook não conta mais. Adeus, tríplice coroa e pedir música no No Barquinho rs

          • Pois então eu me enganei num ponto, imaginava que para conseguir, deveria ser o desocupado por três pods seguidos. 🙂

            • Guest

              Lamentável.

  • André Phillipe Oliveira

    Baixando… Feedback depois! 😉

    • Cadê?

      • André Phillipe Oliveira

        Matheus, gostei tanto que ouvi duas vezes pra tentar absorver todo o conteúdo mencionado. Ótimo episódio mesmo. Nada melhor do que um “nativo” pra nos esclarecer a respeito do que tem acontecido na França pois se dependêssemos do G1…… Enfim, mais uma vez, parabéns!

  • Lucas Andrade

    Quantas coisas sobre a França que eu não sabia… gostei muito do episódio.

  • Olá, tripulantes! Que passeio em águas tranquilas! Explico-me: mesmo com um tema tão denso, vocês passaram por ele com fluidez e leveza! Houve também um transparência tao sincera na curiosidade do Pedro, no espante do Thiago e nas dúvidas geradas no Matheus sempre tentando organizar na sua mente os pontos! Falar da destreza e lucidez do Milho é ser redundante!

    De fato, a cultura francesa é extremamente importante! Nosso direito, por exemplo, foi influenciado largamente pelo direito francês! O Código Civil de 1916 — que esteve vigente até 2002 —, por exemplo, é uma cópia do Código Civil napoleônico. Sem mencionar sua influência no Direito Administrativo! Vemos ainda está influência na literatura e em outras artes!

    A Revolução Francesa tem um legado tão denso e relevante, a ponto de influenciar todo o Ocidente! A liberdade, que foi destacada no episódio, encontra as suas bases nela. Engraçado perceber que tantos dos que utilizaram o “Je Suis Charlie” pleiteassem ou protestassem — ainda que virtualmente — pela liberdade de expressão (e, implicitamente, pelas demais liberdades!) sejam igualmente manifestantes contra os direitos humanos, que é o grande legado da Revolução Francesa. E aqui é bom não confundirmos os “Direitos Humanos” das comissões de defesa dos direitos humanos.

    Sem a Revolução Francesa a liberdade religiosa, a moralidade administrativa, a propriedade privada, o direito à privacidade e intimidade, o direito à imagem, o direito à integridade física e psíquica (que nos livra da tortura!), dentre outros, não haveria com os contornos e dimensões que temos hoje! É isso oriundo da burguesia cansada do “ancién régime”, que usa o povo como massa de manobra para destituir poderes absolutistas e instaurar o início da nação que hoje conhecemos! E olha que ela foi apenas o princípio das dores, mas os valores pelos quais eclodiu a revolução passaram a ser os valores que moveram — e movem — o povo francês.

    Por isso, que o atentado ao Charlie Hebdo é tão simbolico em sua violência! Não se trata de quantificar o número de mortos, como fizeram em relação a Nigéria, tampouco de comparar o número a condição social ou política dos mortos. Em verdade, trata-se de atentar contra valores que são universais na construção de uma sociedade ideal — vista sob os moldes ideológicos ociedentais, bem explícito na Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948).

    Je Suis Charlie é mais do que ser a favor do conteúdo, como deixaram bem claro no episódio, mas trata-se de identificar que tal atentado é um atentado contra o nosso modo de existir, contra os valores que prezamos como superiores e que compreendemos necessários para nos conduzir a uma existência digna e fraterna. Os revolucionários franceses compreenderam isso: sem liberdade não há igualdade; e sem igualdade, não há fraternidade (ou como dizemos mais modernamente, solidariedade).

    Como disse anteriormente, belo episódio!

    Um cheiro a todos!

    • Valeu por complementar, Ivandro.

    • Pedro Angella

      SENSACIONAL! 😉

  • Eu comento nos podcasts que curto e esse foi demais. Muitas coisas interessantes. A parte sobre o Charlie e a cultura francesa foram esclarecedoras. Mas duas coisas me chamaram atenção: Uma quando vocês falaram como é perigoso analisarmos a situação se baseado em nosso contexto. Mas a Internet basicamente é isso, infelizmente. E a outra foi sobre essa questão de não pregar ou convencer a pessoa da minha religião, mas como é interessante isso de usar a vida como exemplo para o não crente se converter! SENSACIONAL.

  • Eu tenho acompanhado por alto por esse ato, e tinha ouvido falar dessa manifestação, mas nunca parei para refletir sobre o ponto de vista que o Milhoranza explanou, sobre várias pessoas de religiões diferentes quererem viver em paz, isso dá uma alegria imensa na alma,
    Me fez lembrar também no ato que ocorreu no facebook, não tenho certeza dos detalhes, mas parece que os Estados Unidos queriam invadir o Irã, mas a população norte americana foram no facebook dizer que isso não representa a opinião deles e que amam os iranianos.
    Só me leva a concluir uma coisa, tudo que aconteceu e acontece até hoje são de uma minoria que busca poder político e econômico e usa o nome da maioria para legitimar seus atos.

  • Jhonnathan Malveira

    Poxa gostei muito de descobrir muitas coisas novas sobre a cultura francesa.

  • Jhonnathan Malveira

    Kkkkk Corta tudo isso!

  • Plinio de Andrade

    Gostei muito do episódio … Excelente. Só não entendi bem a questão que o Milho falou em relação ao Je sui Charlie com o Onde está o wally. Não entendi como começou a expressão …

  • Filipe Fernandes

    Gostei da parte sobre o novo esquema de evangelismo: mais importante que falar sobre a luz é refletí-la em suas ações. Um pensamento semelhante ao de Francisco de Assis: “Pregue o evangelho; se necessário, use palavras.

    • Filipe Fernandes

      Só fiquei na dúvida com uma coisa: evangelismo de rua vale ou não vale a pena?

      • Pedro Angella

        Muito bem colocado, Filipe: “… mais importante que…”. Não significa que não seja necessário falar. Só que palavras são somente palavras.
        Posso convencê-lo de que o NB é um bom podcast, mas se eu não tiver um bom podcast pra provar o que estou dizendo, acabo dando falso-testemunho…
        No meu ponto de vista, o evangelismo de rua é válido sim. Mas deve haver um acompanhamento dos convertidos, discipulado, como em qualquer outro evangelismo.
        No caso específico que o Milhoranza citou, sobre a França, isso não é possível. Quando encontramos limitações, podemos trabalhar em nossa criatividade!
        Abraços e obrigado pelo comentário! 😉

      • KlarkC

        Fiquei com isso na cabeça também. E pensei mais a fundo: estaríamos pecando ao nos “calar” – entenda-se em não pregar ativamente em espaço público – conforme sugestão do convidado Alexandre, tendo em vista o “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”?

        Se você olhar a vida dos apóstolos no início da igreja, eles PREGAVAM mesmo:

        ATOS 17: 17 e 18

        “De sorte que DISPUTAVA NA SINAGOGA com os judeus e religiosos e, TODOS OS DIAS, NA PRAÇA, com os que se apresentavam. E alguns dos filósofos epicureus e estóicos CONTENDIAM COM ELE. Uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos. PORQUE LHES ANUNCIAVA A JESUS E A RESSURREIÇÃO.”

        ATOS 19: 8

        “E, entrando na SINAGOGA, falou ousadamente por espaço de três meses, DISPUTANDO E PERSUADINDO-OS acerca do Reino de Deus.”

        E aí, o que dizer quanto a vida dos apóstolos? E quanto a Jesus que pregava em barcos, montes e entre as pessoas em espaço público?

        Será que devemos levar em conta o contexto ou evangelizar a todo o custo? Mesmo que isso aumente uma “rixa” entre religiões? Os apóstolos não deixaram de evangelizar, e inclusive muitos foram presos e mortos por isso.

        E aqui chega um ponto fundamental: o fundamentalismo religioso também está presente no cristianismo, sempre esteve, foi assim que ele conseguiu sobreviver até os dias de hoje, segundo historiadores (embora eu tenha a fé de que a palavra nos foi entregue pela sua própria eficácia, por pregar a verdade).

        • alexfabio

          Filipe, vou dar a minha opinião sobre o seu questionamento levando em consideração dois pontos de vista.

          PRIMEIRO. Se você está pensando em uma realidade brasileira, eu realmente considero lícito os trabalhos de evangelismo. Por muitos anos fiz panfletagem e cultos ao ar livre em minha cidade.

          No entanto, considero deveras importante a preocupação com conteúdo e a abordagem desse evangelismo. Devemos entender para quem estamos anunciando e como vamos anunciar o evangelho. Alguns verbos destacados por você (disputar, contender, persuadir), estão fora (no meu ponto de vista) de um processo evangelístico na realidade brasileira.

          Graças a meia dúzia de boçais ignorantes, que ganham voz entre os descrentes porque estão na mídia, criou-se um estigma que crente é intolerante e preconceituoso. Eu levo sempre em consideração o conselho de Pedro para esses casos:

          1Pe 3:15 antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós

          SEGUNDO. Se você está se referindo à realidade francesa, que o Milhoranza explicou ser vetado por lei o evangelismo “de rua”. Seria um desserviço ao evangelho insistir na prática (minha opinião). Imagine que feia a manchete de algum jornal francês:

          PASTOR EVANGÉLICO PEGO EM FLAGRANTE PRATICANDO PROSELITISMO. O mensageiro do evangelho de Cristo seria considerado um fora da lei!

          Lembre-se que você tem que tentar imaginar a situação na França com a cabeça de um local. Para nós pode parecer um absurdo ser incriminado por distribuir folhetos, mas para eles faz sentido.

          Sobre o fundamentalismo, todos estamos sujeitos. Mas, quando entendemos que o evangelho se fundamenta nas renúncias que fazemos por amor a Cristo, renunciamos nosso orgulho e amamos nossos algozes.

          Obrigado por comentar =)

  • Kéllen Valeska

    Depois de tanta coisa que foi falada nesses dias sobre o assunto, eu confesso que já estava tipo “Isso tá virando uma bagunça, igual as manifestações no Brasil” haha
    Mas resolvi dar uma chance ao podcast e …Uau, foi realmente esclarecedor! Não havia me aprofundado muito sobre o assunto desde o ocorrido, até porque sei bem como a imprensa deturpa as coisas, então resolvi não ficar procurando muitas respostas.
    Porem, com a participação do Milho no pod – e que bela participação-, pude ver tudo de uma outra perspectiva e aprendi muitas coisas sobre a cultura francesa. Tudo muito relevante e que me fizeram pensar sobre varias questões.
    Mais uma vez, parabéns pelo conteúdo! 🙂

  • Ótimo episódio! 🙂

    um abraço!

  • Sensacional, como diria o Milho. Muito esclarecedor. As informações a respeito de como pensam os franceses nos permitem olhar toda a coisa por uma nova ótica. Mas também não podemos esquecer que nem tudo são flores. Existe sim um plano para desacreditar o cristianismo como um todo. E fica claro que os articuladores deste movimento utilizaram o episódio para colocar todas as religiões num mesmo saco. Grande Abraço!!!

  • João Lucas dos Santos

    Muito bom! Excelente!

    Att,

  • Luciano Valério

    Tenho nada a acrescentar nesse pod, mas vale dizer que ele foi excelente e esclarecedor demais! Nada melhor que um correspondente in loco pra falar com propriedade sobre essa situação toda.

    Valeu!

  • João Victor Melo Vieira

    Primeira vez comentando uhuuu vcs são demais

    • Depois comente o que achou do episódio e seja melhor.

      • João Victor Melo Vieira

        Ótimo pod como todos os outros recomendadissimo

  • Rebeca da Gama

    “JeSuisCharlie…Brown”. Nossa, Matheus, isso é tão Thiago Ibrahim! Seja melhor! hahaha

  • Rebeca da Gama

    Eu vou terminar de ouvir o pod ainda. Muito bom!!!

  • Fala Marujada!
    Entendi o que as pessoas queriam dizer com “je suis charlie” e tals. Sei que é meio pesado o que vou postar, mas vi muitos cristãos ‘endeusando’ a Charlie Hebdo.

    “Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo”
    Marcos 3:28-29

    Jamais! não quero julgar ninguém, mas agora o alvo mudou. O título dessa charge foi chamada ”suruba da trindade’. Por mais que seja errado, você acaba sentindo um pouco do que aqueles extremistas radicais sentiram.

    (Sei que é meio pesado… por isso peço que não leiam esse comentário nas epístolas, porém, se acharem que devem, fiquem a vontade)

    Abração marujos!

    • Pedro Angella

      Fala Gabriel!

      Bom, “endeusar” a revista já é um pecado por si só! Hehehe!

      Na questão da blasfêmia, não entendi. Você quis dizer que, ao defender a revista, os cristãos estariam blasfemando contra o ES, ao “concordar” com a charge?

      Entendo a blasfêmia contra o ES como negação a tudo o que Cristo fez, ligado a versículos que dizem sobre o “entristecer o ES”, “apagar o ES”. A blasfêmia contra o ES não é algo pontual, é um processo que culmina em algo. Os chargistas sim, podem ter blasfemado contra o ES.

      Mas eu, por defender a liberdade de expressão da revista, não me vejo cometendo tal ato. Até porque a liberdade de expressão me interessa por ter a oportunidade de falar sobre o evangelho, por exemplo.

      Quanto ao sentimento daqueles extremistas, tenho que tomar cautela. O sentimento de revolta vem sim. Mas NADA, nenhum sentimento, me faz entender tirar a vida de quem fez a charge.

      Isso me faz pensar que, às vezes, queremos enfiar goela abaixo o evangelho a todos, e fazer com que todos, sem exceção, sigam a Bíblia, sua moral, sua ética, independente de conversão, de arrependimento, de transformação. Isso segue um caminho radical, um caminho extremista.

      PS: tenho um esboço de EBD onde falei sobre a blasfêmia contra o Espírito Santo. Se quiser, dá uma lida:

      O EMPREGO DA BLASFÊMIA
      – É própria da besta (Apocalipse 13.1,5,6; 17.3)
      – O mau testemunho leva a blasfêmia (Romanos 2.17-24, 1 Timóteo 6.1, Tito 2.1-5)
      O PECADO DA BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO
      – É sempre usado no sentido de violação da majestade de Deus. (Atos 6.11 – Estêvão acusado)
      – É intencional, refletida e motivada pela perversidade.
      – A blasfêmia contra o Espírito é o resultado de um processo, não é um ato isolado:
      1. Entristecer o Espírito (Efésios 4.29-31)
      2. Resistir ao Espírito (Atos 7.47-53 – Defesa de Estêvão)
      3. O Espírito é apagado (1 Tessalonicenses 5.19-22)

      A IMPERDOABILIDADE DO PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO
      – É o rompimento total e completo de toda e qualquer possibilidade de arrependimento
      – Às vezes, passamos por dúvidas, momentos de incredulidade e pecado. Deus perdoa estes pecados, cf. Romanos 5.20, 21, Daniel 9.4-7
      – O pecado contra o Espírito Santo não é uma dúvida, é uma rejeição voluntária e consciente de toda possibilidade de arrependimento. (Hebreus 6.4-8)
      – É um estado de guerra e rebelião contra Deus.
      – Os eleitos jamais cometerão pecado de blasfêmia, cf. 1 João 2.19
      – Fruto do Espirito (Mateus 12.3; Galatas 5.22)

      Valeu pelo comentário! Abraços!

      • Sobre ‘blasfemar’ contra o ES:
        No subtitulo da charge está escrito em francês : ‘mariage homo’ (casamento gay). compreendo que a blasfêmia contra o ES é um processo, penso que: Para um cara fazer uma charge dessas o processo já deve estar muito avançado. (isso é um pensamento meu, pode ser que sim…. pode ser que não…)

        Sobre o ‘endeusamento’ de alguns cristãos para com a revista:
        Algumas pessoas misturaram as coisas… |Liberdade de expressão| com |Conteúdo da revista|. São duas coisas completamente diferentes! Vou dar um exemplo… Acredito que se comprarmos um produto ‘pirata’ estamos sendo patrocinadores do “””””””reino””””””” de satanás. Um exemplo de ‘endeusamento’ da revista por um “””””””””cristão”””””””‘: Um “””””cristão”””””” brasileiro sem saber o minimo de francês comprar uma revista importada com esse tipo de conteúdo para ajudar os caras da Charlie Hebdo contra o extremismo religioso. O cara levanta a revista como se fosse um troféu, além de idolatrar os cartonistas mortos no atentado…

        Ah, e claro! NADA justifica tirar a vida daquelas pessoas, concordo contigo… só quis dizer que lá no fundo, quando olhamos a charge que eu postei acima, a primeira palavra que vem na nossa mente é ‘misericórdia’.

        Ótimo estudo! vou dar uma aprofundada haha

        • Pedro Angella

          Então… Não sou o ES, nem faço parte da trindade pra saber, mas creio que os que elaboram as charges creiam no que fazem, e por si só estão blasfemando, logo estariam condenados.

          Quanto ao cristão que comprou a revista, aí sim é algo a se pensar. Mas vai da intenção da pessoa. Eu posso comprar pra incentivar a liberdade de expressão, assim como às vezes ajudamos em crownfunding pela ajuda, e nem sempre pelo conteúdo em si. No caso, vai da intenção no seu íntimo, a meu ver.

          Agora, idolatrar os cartunistas… Pfff… 😉

          • Um exemplo disso Pedrão, são os TJ’s… blasfemam contra o ES na cara de pau e a toda hora… Certa vez um deles me parou na frente de casa, a conversa/discussão foi passiva e de boas até começarem a zombar do ES dizendo que era uma força ativa… dizendo que vc recebe o ES quando você toma um susto e blá blá blá. Cortei o assunto na hora e disse que eu não queria mais papo, pois ele estava zombando do meu Deus, eu poderia estar certo ou errado, mas meu coração dizia para não consentir com aquilo… daí vai de cada um.

            kkk Tu compraria a revista com aquela capa que eu postei? (curiosidade)

            • Pedro Angella

              Jamais! Mal compro revistas comuns, quadrinhos, quanto mais uma revista dessa, e ainda pelo hype? Pra quê? Nem francês eu entendo!

  • Marcel Lima’

    Boa tarde Galera.

    Ótimo podcast, parabéns a todos os participantes.

    O que me preocupa de fato, é o que já ouvi em videos, e recentemente o filósofo Luiz Felipe Pondé, que discute a questão de que o Cristianismo após a reforma protestante, conseguiu resolver a separação entre Igreja X Estado, quanto ao Islamismo não se consegue separar a religião do Estado, fora que segundo a pesquisa do video abaixo a maioria dos mulçumanos são a favor da implantação da Shaira em seu país, e fico me questionando o que faria com as pessoas que pertencem a outras religiões?

    Abraços fiquem na paz!

  • Parabéns pelo cast amigos…o Milho elevou o nível à estratosfera!!! Cada dia mais admiro esse cara!

    Abração.

  • Rebeca da Gama

    Ouvi o podcast todo e gostei muito!! Deu até um pouco de vontade de morar na França rs. Muito boa a participação do Milho!

  • Precisamos aprender mais com os franceses alguns princípios abordados de forma didática e muito interessante pelo Milhoranza. Liberdade, igualdade e fraternidade!

    Também temos o que aprender os os radicais islâmicos. Em um tempo onde pastores prezam mais cainais de tv, dinheiro e razão no lugar de almas; é necessário entender que se continuarmos com líderes dominados por ódio e rancor como Silas malafaia, Caio Fábio, Waldomiro e Edir Macedo poderemos nos tornar radicais.

    Aí vai ter gente que vai dizer que somos nós mas “eles”… Aqueles sem sabedoria, que não lêem a palavra e procuram apenas por bençãos. Ok! Entendo … mas se somos todos um só corpo eles somos nós. E, porventura, muitas vezes não nos tornamos iguais ou piores do que eles quando buscamos sabedoria para engradecimento próprio e não compartilhamos? Uns correm atrás de bençãos e outros buscam a Deus para serem reconhecidos como mestres.

    O episódio foi ótimo e me trouxe o alerta de que o cristianismo brasileiro se envereda por um caminho parecido ao do islamismo: Conservadores omissos e radicais cada vez mais intolerantes, perigosos e letais.

    Os homens bombas matam pessoas e os pastores bombásticos arrebentam almas. Orando por cada um desse episódio que foram usados por Deus!

    Aguardando o próximo!

    Grande abraço

    Andre Silva (www.arochacast.com.br)

  • Daniel Cazé

    Passando pra dizer que o episodio foi sensacional, e pra ganhar um beijo do mateus depois do puxão de orelha do chico gabriel na ultima sessão de epistolas e heresias…. Graça e Paz!!!!