Delas #01 – Esse tal de feminismo…

No Barquinho janeiro 16, 2015 91

Bem-vindo ao Delas! Este é o podcast Delas, e aqui Jaqueline Lima, Renata Melanias e Laís D’Andréa falarão sobre esse tal de Feminismo.

Vamos deixar de lado os preconceitos para falar sobre o tema que virou pauta de música, igreja, vídeo no YouTube e textão de Facebook pra entender o que a gente tem a ver com isso.

Com a gente você vai aprender um pouco sobre a história do movimento, as definições e diferenças de termos utilizados em discussões sobre o assunto, algumas das agendas mais comuns entre as feministas e muito mais.

Fique à vontade, sugira-nos temas e seja educado nos comentários!

Links comentados no episódio:
Breve história do Feminismo
– Texto de Augustus Nicodemus sobre Feminismo Cristão
– Famosa palestra “Nós Deveríamos Todos Ser Feministas” da nigeriana Chimamanda Ngozi (em inglês com legendas do próprio YouTube):
– Entrevista com a feminista cristã Dianna Anderson (em inglês)
– Famoso texto de Clara Averbuck sintetizando o Feminismo
– Texto “Não devemos nada ao Feminismo”, de Talyta Carvalho:

Duração: 01h12min05s
ZIP: para baixar o podcast zipado, clique aqui

Edição: Thiago Ibrahim
Arte da vitrine: Daniel Sas (portfolio)

SUGESTÕES, CRÍTICAS, DÚVIDAS E MENSAGENS
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  • Já tá na fila pra conferir =D
    Vamos ver se homem pode escutar 😛

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Jaqueline Lima

      É isso aí, Eddie.
      Dá pra ter certa justiça em alguns âmbitos (como direito a voto e a participação política) sem que percamos de vista as nossas diferenças.

      Pra nós cristãos é muito claro que, como você bem colocou, andamos LADO A LADO 🙂

      Valeu pelo comentário! 🙂

    • Ju

      ” Não precisamos que as mulheres demonstrem que são mais fortes que os homens.” as atitudes das mulheres não tem q atender oq os homens precisam.

  • Lourival Gonçalves

    Ed,a primeira pessoal a comentar deveria ser uma mulher cara.kkkkkk

    • Só botar a peruca! ;D

      • Lourival Gonçalves

        Pelo Amor de Deus!kkkkkkkkkkkkkk

    • Jaqueline Lima

      Aqui não temos problema com isso não, afinal, ESTAMOS FALANDO SOBRE IGUALDADE nesse cast! haha

  • Lourival Gonçalves

    Chegamos!kkkkkkkkkkkkkk

  • Lourival Gonçalves

    Vamos pras indicações de Filme.kk

  • Lourival Gonçalves

    Desculpa as brincadeirinhas,kk,mas parabéns pelo Pod.Tá demais.Lá no @Achando Graça rolou um pod legal sobre Masculinidade em crise.Acredito que o “desprezo” pela Mulher também caberia aqui fazendo relação pelo postura do homem.talvez possa soar muito radical,#SQN.kkk.
    O ponto de partida foi pela busca de Direitos como citado no Pod,e isso é louvável. Infelizmente no contexto passado e atual,não generalizando,não passa de picuinha,ou seja, machismo e feminismo.Penso que perde-se a noção de humanidade uma vez que salienta-se a ignorância criando partidarismo e individualismo,quando deveríamos buscar que o erro está simplesmente na incapacidade de pensar realmente.Ai cria-se um vagão rosa para um suposta solução.
    Meninas,parabéns.Reitero.

    • Jaqueline Lima

      Valeu, pela participação aqui nos comentários, Lourival!
      A gente gravou bem antes do Achando Graça sair, senão teríamos comentado dele sim. São casts que andam juntos quando a gente quer tratar tanto da questão do homem quanto da mulher dentro da cosmovisão cristã.

      Como a gente bem comentou os movimentos feministas mais conhecidos são uma salada de mtos conceitos que podem soar estranhos a maioria dos cristãos, mas algumas das conquistas são interessantes.
      Enfim, a nossa intenção foi abrir o diálogo pra gente pensar mais sobre isso e não sair pro aí generalizando tudo.

      Valeu pela força, Lourival!

      • Lourival Gonçalves

        Ficou muito legal mesmo.Sério.

  • alexfabio

    Sejam bem vindas meninas!

    • Jaqueline Lima

      Galego <3

  • Cheguei na parte da enquete, e já logo dou a minha opinião: Sou a favor do aborto, à partir de “x” semanas de gestação, em qualquer instância, seja por risco a vida da mulher ou do bebê, por estupro ou por gravidez indesejada. Prefiro um feto não formado, do que uma criança que será educada de maneira errada, sem apoio e sem perspectiva de vida.

    • Jaqueline Lima

      Sas polêmico.
      A gente tem basicamente essa visão (que dá enfase na problemática que existe em criar uma criança que não é bem vinda) e aqueles que defendem que a vida independe de semanas de gestação ou algo do tipo.

      É um assunto COMPLICADÉRRIMO. Eu tenho uma opinião (que vou deixar pro cast haha), mas ainda assim eu acho que é IMPOSSÍVEL você deliberar sobre isso sem que esteja passando pela questão.
      É difícil eu me colocar no lugar de uma mulher estuprada que descobre a gravidez.
      Ou de uma menina de 14 anos que se descuidou.
      Ou de uma mãe de 36 anos com 2 filhos que não tem condições de arcar com mais uma criança.

      Não estou defendendo qualquer ato delas, mas eu enxergo extrema complexidade em, do meu ponto de vista, dizer o que ela deveria fazer. O ser humano é tão louco e cada um é tão singular que eu não sei.

      Apesar disso acho que existe uma regra (me entreguei :p haha)
      Mas, fica pra reflexão de um futuro podcast.
      Só quis vir aqui falar aleatoriedades e agradecer o seu comentário 🙂

      Obrigada pela força! <3

  • Não sou feminista porque o que eu concordo com esse movimento deve-se mais ao fato de eu ser cristã. Mulheres e homens são diferentes e querer justiça no mundo não é a mesma coisa que exigir igualdade. Uma coisa mais ou menos assim (como a imagem mostra).
    Tem que prestar atenção nas diferenças biológicas, emocionais (existem, sim), enfim, e tomar atitudes levando em conta isso.

    Gostei do cast e da direção da Jack enquanto eu achava que alguns assuntos estavam tomando rumos perigosos hehe
    Bom papo! Aguardo os próximos, meninas! 🙂

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelo comentário, Talita!.

      É bem por aí mesmo que eu também penso. A gente tem diferenças (muitas em muitos âmbitos, como os que você citou) e elas precisam ser exploradas e CELEBRADAS.

  • Alysson Vieira Lima

    Parabéns meninas, Curti a abordagem de vocês

    Sobre a enquente da Legalização do Aborto: Sou contra.

    Sobre o assunto do cast no geral. Gostaria de pontuar uma coisa. A objetificação e opressão que de fato existe no mundo dentro da visão cristã, é consequência direta do pecado. Além de romper a relação do homem com Deus, distorceu também a relação do seres humanos uns com os outros e, obviamente, na relação homem-mulher. Dai que tanto o machismo como a misandria são consequência do pecado e apenas a Redenção em Cristo pode solucionar esse problema de fato. Creio que diante disso. não podemos exigir que o Estado seja o agente redentor de causa

    Além disso, falando da questão do estupro especificamente, o Movimento Feminista (sim estou generalizando) coloca o homem como opressor e a mulher como oprimida necessariamente. Dai que acusações falsas de estupro tendem a condenar os homens em casos em que o fator decisivo é a palavra da mulher contra a do homem;
    No âmbito da família, em caso de divórcio a guarda dos filhos quase sempre vai para a mulher, a Justiça é totalmente parcial nesse sentido. Também há a tolerância à agressão ao homem, https://www.youtube.com/watch?v=_9O2e1nlWR8
    Ainda falando sobre isso, as misândricas (extremistas como vocês bem colocaram) também fazem “funk” que estimulam a mutilação genital do homem

    (Perdoem a linguagem chula)

    Imaginem se fosse o contrário, a treta e os processos judiciais que isso ia dar.

    Pra fechar meu comentário que já está ficando grande demais. Na minha opinião, o feminismo é uma tentativa humana se resolver problemas que realmente existem. Mas como vocês mesmas apontaram, acaba querendo impor comportamentos as mulheres, ou seja, oprime aquelas por quem diz lutar

    • Thiago_Ibrahim

      Caramba, Alysson! Que comentário maneiro. Não conhecia o vídeo das feminazi e também não conhecia o segundo, da reportagem. Muito legal ver como as pessoas reagem quando a gente muda as coisas de lugar. 😀

      • Nilda Alcarinquë

        Olá!

        Só corrigindo uma coisa: Na Lei brasileira tanto o homem quanto a mulher podem ficar com a guarda dos filhos.
        Não é o judiciário que é dá a guarda só pra mulher, porque se o homem quer ter a guarda ou compartilhar, ele consegue. Isso mesmo antes da atual lei de compartilhamento.
        Trabalho no judiciário e em 80% das vezes o homem acha que o divórcio o deixa livre da mulher e da responsabilidade para com os filhos. No máximo pagam a pensão, e olhe lá!
        Aliás, a maioria acha que também passa a ter ex-filhos.

        E sim, isso é coisa de educação (a que se tem em casa, não a da escola) e um cristão de verdade não abandona os filhos.

        Bem, isso é só pra esclarecer esta questão de só a mulher ter a guarda porue o judiciário quer, que é propaganda por aí como verdade e não o é.

        abraço

        • Alysson Vieira Lima

          Nilda, só para constar, eu não disse que pela Lei o homem não pode ter a guarda dos filhos, mas que nos casos em que há disputa de guarda o Judicário tende a dar a guarda para a mãe. Não to incluindo os homens que não querem assumir responsabilidade alguma nessa estatística. Concordo que um cristão de verdade não abandona os filhos, e particularmente, como cristão sou contra o divórcio. Abraço

        • Jaqueline Lima

          Nilda, obrigada por contribuir com a discussão! 🙂

          Espero que a gente só aprenda mais e mais por aqui!

      • Alysson Vieira Lima

        Thiago, esses dois vídeos, sobretudo o das feminazis tiveram certa repercussão em 2014. Ainda que muita gente não concorde com isso, não veem esse crime delas como algo inaceitável

    • Jaqueline Lima

      Alysson!

      Obrigada MESMO por ter passado por aqui pra deixar a sua contribuição.

      Isso nos deixa muuito felizes! 😀

      Por partes:

      – Realmente eu consigo ver a nossa natureza caída influenciado em absolutamente toda a nossa vida em sociedade e nas distorções que existem nela.

      Também não acredito em uma redenção plena sem Cristo. Nem nisso nem em nada (corrupção, “jeitinho brasileiro” e por aí vai), mas não posso deixar de esperar que o Estado puna quem deve punir e não aceite certos comportamentos. Porque eu acho que existe uma diferença entre pensar/sentir e fazer. E é esse controle que a gente perdeu.

      – Com relação ao estupro, eu imagino que por ser um programa de mulheres, nós olhamos apenas pela nossa perspectiva.
      Como pra tudo nessa vida existem recalcados e recalcadas que querem destruir a vida dos outros e fazem acusações infundadas. Não acho que isso seja exclusivo do estupro. Você pode falar que transou com a pessoa quando não o fez, pode inventar uma mentira no trabalho, pros amigos, pra família.

      O ponto aqui é o que é considerado estupro. Eu imagino, de verdade, que você saiba disso, mas só a caráter de ampliar o debate, colo aqui da nossa querida Wikipédia:

      “Estupro, coito forçado ou violação é a prática não consensual do sexo, imposto por meio de violência ou grave ameaça de qualquer natureza por ambos os sexos.”

      Partindo disso, boa parte das feministas defende que um namorado ou um marido podem estuprar suas mulheres, caso eles insistam e elas se sitam obrigadas a fazer sexo com eles.
      Ou que, quando uma garota está inconsciente em uma festa, desmaiada ou muito louca rs, se ela nitidamente não pode decidir de forma racional se deseja ou não o momento íntimo com o cara, ela foi estuprada.
      São n possibilidades que muita gente considera ou desconsidera. Mas, entendo seu ponto.

      Sobre o divórcio, eu não tenho conhecimento suficiente pra dizer como as coisas funcionam. Não presenciei muitas disputas nesse sentido. A @nildaazevedo:disqus deu uma contribuição bacana aqui no seu comentário e fico feliz com isso.

      Bom, são essas minhas considerações haha

      Muito obrigada pelo retorno, de verdade!

      • Alysson Vieira Lima

        De nada, acompanharei vocês nos próximos episódios, e prometo tentar ser mais sucinto nos comentários rs 🙂

  • Ligia Gomes

    Parabéns meninas! Ótimo cast e ótimo conteúdo. Que venha os próximos! :))

    • Jaqueline Lima

      Valeu, Ligia! 😀
      Esperamos você aqui para o próximo!

  • Lucas Cassemiro

    Cast muito bom.
    O vagão rosa do No barquinho foi inaugurado com sucesso, ops!

    • Thiago_Ibrahim

      Hahahahahahaha! Excelente, Lucas. A Jak vai pirar quando ler o seu comentário. 😀

    • Jaqueline Lima

      Meça suas palavras, parça (https://www.youtube.com/watch?v=tWkpXHnTKPI) HUAHUHAU

      Valeu, Cassemiro! 😀

      • Lucas Cassemiro

        HaHa!

  • Yane

    Um coia só pra dizer: A R R E T A D A Ç O (que em bom pernambucanês significa muito bom mesmo! kkkkkk)! Gostei demais!!! =D

    Muito boa mesmo a abordagem de vocês. Confesso que tenho um preconceitozinho sobre o feminismo exatamente pelas ideias propagadas, mas também me identifico com alguns pensamentos feministas. Não consigo associar o termo pra mim, mas sei que penso, em alguns tópicos, como as feministas. Mas tenho muito a pensar e conhecer antes de decidir se sou ou não uhauhauhauha uma feministra cristã talvez? faria mais sentido mesmo uheuheuheu

    No mais, fiquei procurando onde vocês se perderam porque não pareceu de jeito nenhum. Nem parece o primeiro podcast! E a edição eu tive certeza que tinha sido do Thiago o tempo todo pela seleção das músicas: altamente legalista! kkkkkkkkkkkkk só as divas kkkkkkkkkkkkkk e quando não era diva era falando de mulher, Roxanne de exemplo hahahaha mas amei a trilha, seleção top viu Thiago! E uma coisa que notei é que a edição tá melhor. Não seeeei exatamente no que, mas senti tanto esse podcast como no de Vida Saudável uma melhora em alguma coisa que não sei o que é kkkkkkkkkk mas enfim, parabéns às garotas e aos senhores! Muito bom! =D

    • Jaqueline Lima

      Yane!

      Valeu pelo comentário!
      Adorei o “ARRETADAÇO” hahaha
      Vou começar a usar! hahaha

      Ficamos felizes que você tenha curtido! Está sempre por aqui acompanhando tudo da podosfera haha

      Como ficou meio claro no final do cast, nem a gente sabe bem o que é hahah, mas é importante mostrar o que esse raio de Feminismo é de vdd pra que cada um tire suas conclusões. Gerar reflexão é nossa missão por aqui!

      Também adorei a seleção do @Thiago_Ibrahim:disqus de divas! HAUAHUAH
      Roxanne foi demais <3 haha

      Beijos e valeuzão!

      • Yane

        Ah! E sobre a legalização do aborto… não sei =/ embora os argumentos pró façam todo sentido, não consigo ainda me posicionar a favor da legalização do aborto. Mas isso bate de frente com a legalização do casamento homossexual, que até bem pouco tempo eu também não aceitava e agora aceito.

        Meu entrave é essa ideia de estar sendo a favor de algo que Deus não aprova… mas se eu já consegui abrir a cabeça pro casamento gay, provável que com o tempo consiga aceitar essa ideia do aborto. Mas hooooje ainda acho difícil =/ e nesse combo vai a legalização do uso de drogas também.

        E isso tudo sabendo que com a legalização as taxas tendem a diminuir, olhando pra outros países. Mas tenho refletido muito sobre nesses últimos meses

  • Yane

    E tá faltando o Delas no menu Podcasts!

  • Kéllen Valeska

    Olá meninas, parabéns pelo podcast 😉 Começaram com um assunto um tanto quanto polêmico haha Mas mandaram super bem na explanação.
    Gostaria até de falar aqui sobre algo que fiquei pensando quando estive no RJ, sobre os ditos vagões rosas. Estive até discutindo sobre isso com uma amiga minha que estava lá, porque na opinião dela essa ideia é maravilhosa, e salvaria muitas mulheres do estupro, abuso e etc. Mas eu acabei discordando porque não acredito que essa seja a solução para o fim deste problema. Pois bem, sabemos que a população brasileira é constituída por mais mulheres do que homens, então fiquei pensando: ” Em horário de pico em pleno RJ não acredito que dois ou três vagões seriam suficientes para a demanda, então possivelmente muitas mulheres vão em vagões compartilhados por homens e mulheres, e tipo… isso parece que transparece que a que não deu a sorte de entrar no vagão exclusivo está mais suscetível e disponível para os homens fazerem o que quiser com ela”.
    Achei isso muito sem noção, porque estamos criando uma sociedade dividida entre homens e mulheres, daqui a pouco teremos que ficar separados nos restaurantes, na praia, lojas e até no mundo.
    Sei que não existe uma solução magica para isso, pois como vocês bem disseram existe uma bagagem cultural atrás de muitas coisas pelas quais passamos hoje.
    Mas acredito que uma das pequenas- ou até o começo- como sempre é a educação dos pais e a conscientização. Estimular seus filhos homens a respeitarem a mulher e seu corpo.

    Grande abraço! 🙂

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelo comentário, Kéllen!

      Eu sinto isso mesmo que você comenta.

      1) a gente não pode tapar o sol com a peneira (ou vagões rosa) quando o problema é outro. Tá na formação, tá na educação e precisa sim ser trabalhado lá na raiz.

      2) a gente não deve criar uma guerra de sexos. Nos complementamos. Temos que nos amar e nos respeitar

      Beijão e obrigada por ter vindo comentar!

  • Alessandra Catarina

    Caracaaaaaaaaaaaa!!!!! precisei parar no meio do pod pra comentar!
    – eh que eu tenho um sério problema hahah: eu sempre fico discutindo em todas as mesas de bar (podcasts), mas dps que o assunto (podcast) já terminou não tem mais o que falar, então eu nunca comento nada. hehehe
    Mas, MEEEEW!!! em primeiro lugar: ARRASARAM, MENINAS!!! Eu não sou do tipo que vai ouvir algo só pq eh “de crente” ou pq eh “de mulherzinha” hehe, mas vcs me compraram! *-*
    [tem uma regra na comunicação/mkt que chama “90/90” e diz que nos primeiros 90seg do contato com aquilo vc vai ter 90% da percepção necessária sobre pra saber se aquilo “te comprou” ou não. e vcs me compraram completamente! =D

    Mas agora voltando pra mesa de bar hehe… Algumas coisas breves pra comentar. Tem amigo meu – hoje com 28 anos – que na sua adolescência o pai dele queria levá-lo no puteiro pra ele “virar homem”. Então assim…isso é uma coisa SUPER atual, pensamentos encroados culturalmente. – E isso chega a pontos extremos de ser “normal” mulheres apanharem do marido pq “elas são propriedade” do marido – isso HOJE EM DIA.
    Outra coisa que queria falar é a questão da mulherXsexoXvalorização. Poxa, tive de ouvir recentemente de uma amiga que uma paquera saudável é “coisa de adolescente” e ela meio que revoltada com a forma que fomos criadas dentro do cristianismo (essa bolha semi “eu escolhi esperar”) – mas isso é outra discussão – agora está numa pegada de “eu sou MULHER, o corpo é meu, eu gosto de ter caras me desejando” e tudo mais. No fundo, acho que tanto mulheres de axilas verdes, como as que cantam um monte de vulgaridades, se subjugando à questões sexuais extremas, só buscam VALORIZAÇÃO externa… auto-afirmação mesmo.

    • Jaqueline Lima

      Aee, valeu pelo comentário Alessandra!
      Ficamos felizes de termos “te comprado” nos primeiros 90 segundos! haha
      Espero que continua com a gente!

      É complicado a gente disso sem tratar daquela questão que eu confessei no podcast que me deixa meio bolada: sou cristã, mas não posso deixar que isso interfira no outro.
      Acho sim que tem uma galera que quer extrapolar tanto o tal do patriarcado que fala que o “corpo é dela e pronto” e pinta axila de ver pra auto-afirmação mesmo.

      Mas, eu não posso esperar que ela seja diferente. Eu só posso esperar de mim um comportamento semelhante ao de Cristo. No máximo, discutir isso entre meninas que professem a mesma fé que eu.

      Complicado, mas estamos aqui pra isso! haha
      Vamos pensar juntas, Alessandra 🙂

      Beijos e muito obrigada pelos comentários!

  • Yane

    Ah! E na linha feminista-mulherzinha kkkkkkkk quer melhor exemplo que a Resse Witherspoon em Legalmente Loira??? Consegue ser firme e delicada e forte e mulherzinha e apoadora da causa feminina e paricinha tudo ao emsmo tempo hahahaha =)

  • Nilda Alcarinquë

    Olá
    meninas!

    Posso
    dizer que gostei muito deste primeiro episódio.

    É bom saber que poderei ouvir uma discussão feminina, e talvez feminista, do ponto de vista de quem é cristã. Sou da opinião que o feminismo, que não tem uma face única, e que os cristãos precisam dar sua contribuição. Inclusive para acabar com estes esteriótipos que muitos tem sobre nós.

    Vou comentar 3 pontos:
    1 – Sobre o que fazer com o seu corpo: dá sim pra afirmar que faço o que quero com o meu corpo, como qualquer feminista, e mesmo assim me preservar. Fazer o que se quer é exatamente isso: o que se quer, não o que o/a outro/a quer.
    É preciso deixar isso bem claro, principalmente junto às meninas/adolescentes cristãs, que isso é uma opção que se faz junto com a escolha da religião. Afinal, ninguém é obrigado a ser de uma ou outra igreja, mas se escolhe uma, que siga as regras.

    2 – Sobre as meninas que cantam funks com letras que degradam as mulheres: me lembrei do caso desta professora:
    http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/12/09/apos-caso-de-sexting-professora-do-df-cria-projeto-e-ganha-premio.htm

    Resumindo: ela percebeu que as alunas (e alunos) não sabiam que poderiam ser outra coisa além de um pedaço de carne, os fez ler livros contando a história de mulheres exemplares e pronto: o comportamento tanto das meninas como dos meninos começou a mudar, porque viram que não existe apenas uma opção.

    Muitas vezes as pessoas não conseguem ver outra opção além da que existe onde vivem. Cabe a nós mostrarmos que existem.

    3 – sobre mulher trabalhar fora ou não: olha, pra mim isso não foi conquista do feminismo. Pelo menos não para as mulheres pobres, que sempre precisaram trabalhar ou passariam fome. Tirando o fato que agora não é preciso o marido assinar uma autorização, não vejo como uma conquista.
    Mas por algum motivo, colocaram na cabeça da população (homens e mulheres) que se você não trabalha 44 horas por dia é um privilegiado ou vagabundo. E que isso é ruim.

    E pra terminar, vou indicar um livro:
    História das relações de gênero, do Peter N. Stearns.
    É pequeno, e dá uma boa noção de como o comportamento masculino e feminino mudaram quando culturas diferentes se encontraram, durante a história. É um livro bem didático.

    Fico por aqui
    E me desculpem o comentário longo.

    Abraços

    • Jaqueline Lima

      Olha a Nilda aqui de novo! 🙂

      Vamos lá!

      1- Talvez a gente tenha se embananado, mas é exatamente isso que pensamos. Pode ser que por essa parada de “o corpo é meu” ter ficado tão negativa pra maioria dos cristãos, a gente acabou só demonizando a parada. Mas é bem por aí mesmo! 🙂

      2 – Muito bacana a matéria Nilda. Acredito sim que educação tenha muito a ver com o comportamento dessa galera.

      Mas, queria levantar outro ponto aqui que fiquei curiosa pra saber sua opinião.
      Você não acha que aliado a esse desconhecimento rola também uma certa liberdade em “ser um pedaço de carne se quiser pq não tem problema”?

      3 – de fato eu tbm não entendo essa neura por trabalho e conquistas por aqui. Quanto mais desprendidos disso somos, melhor.

      Valeu pela indicação do livro! 🙂

      Volte sempre com seus comentários super relevantes, Nilda!
      Beijos!

  • Kezia Chaves

    Gostei meninas. Gostei mesmo. Renatinha sempre mostrando a que veio.

    • Jaqueline Lima

      Valeu, Kezia! 😀

    • Renata Melanias

      Obrigado pelo carinho Kezia!

  • Olá meninas. Se preparem, porque lá vem textão.

    Primeiro, quero deixar claro que sou cristã protestante. Como vou defender algumas ideias contrárias à de vocês no cast, posso ser mal interpretada em meu comentário.

    Vou colocar os comentários com o minutos (aproximado) de quando houve a discussão no cast:
    36′: vocês apontam que as feministas devem ter algum tipo de problema de aut-afirmação para precisarem fazer sexo no 1º encontro. Eu sei que é difícil sendo cristã, conceber que pessoas fazem sexo sem envolvimento emocional. Eu sei que eu não conseguiria tal coisa, mas esta sou eu e eu sou cristã. Quando vocês colocam na roda e generalizam que todas as mulheres que fazem isto têm algum problema, vocês estão sendo de fato generalistas e machistas. Vocês falam mais algumas coisas sobre este assunto, mas algo que me chamou a atenção é vocês, em alguma instância, esperam que as mulheres “do mundo” ajam da mesma maneira que as cristãs. Sério, este é um dos comportamentos mais absurdos que eu posso imaginar num cristão. Os não-cristãos não tem obrigação alguma de seguir as nossas regras e preceitos.

    Aos 40′ vocês falam da cultura do estupro. Pois bem. Mesmo os bailes funks serem ambientes no mínimo imorais para os nossos padrões de comportamento, não importa que música a menina esteja cantando: ela não merece ser estuprada. Não importa a roupa que ela veste, ou mesmo ela frequentar o tal baile funk. NADA justifica o estupro. Da forma que vocês falaram, parece que vocês estão relativizando o estupro.

    Sobre os 50′, Deus escolheu um povo no Antigo Testamento. O povo de Israel é o povo de Deus, o povo escolhido no AT. No Novo Testamento, não há mais divisão de povo. Basta a conversão em Cristo para ser do “povo de Deus” como parte da fé, e não como uma constituição humana e política, como era o povo de Israel.

    Em 55′ vocês falam sobre a mulher ter a liberdade de poder ficar em casa caso queira. Concordo totalmente com isto. A mulher, a partir de todas as conquistas alcançadas nos últimos séculos, acumulou muitas funções, devendo ser bem sucedida, ter uma boa carreira, bonita, inteligente, boa mãe, magra, boa esposa e ativa na igreja (nos nossos casos), mas a igualdade ainda passa longe de ter sido alcançada. A igualdade estará 100% presente quando, no caso de homem e mulher trabalharem, os 2 serem responsáveis pelo cuidado da casa e dos filhos, pois não é justo só a mulher ter esta dupla jornada. ISTO é igualdade no casamento. Mas realmente o preconceito das feministas é um saco, porque a mulher hoje tem a opção de trabalhar fora, e isto implica em escolha, portanto, ela pode ficar em casa para se dedicar a ser mãe e esposa.

    Por último, eu esperava algum comentário sobre a igreja e o feminismo/machismo. Como disseram que mais para frente farão um cast sobre isto, fico no aguardo. Vou falar sobre o que acho que pode ser abordado no próximo comentário, para ficar organizado.

    • Jaqueline Lima

      Oi, Tamyres!

      Valeuzaço por ter parado por um tempinho pra escrever pra gente. Isso é muito legal! 🙂

      Eu sou meio esquecida da vida, então vou precisar ouvir o cast novamente pra responder algumas questões que você levantou rs, mas existem coisas que já consigo pontuar por aqui então vou fazer isso.
      De maneira geral, eu recomendo que você faça o mesmo e dê uma nova ouvida, porque tem muita coisa que acredito que tenha sido mal entendido.

      – Não só uma mas várias vezes a gente deixa claro que nossas afirmações partem da nossa fé, mas que nós não podemos esperar o mesmo comportamento de todo mundo.
      Por isso, eu não posso chamar um cara de garanhão pq transa no primeiro encontro e uma menina de galinha quando faz isso (a @renatamelanias:disqus diz isso, inclusive). Também não posso esperar que uma menina se vista de forma “recatada” pra se proteger. Ela se veste como quer e ninguém tem direito de fazer nada contra ela (eu disse isso).
      É realmente ABSURDO a gente pensar que todo mundo tem que ser e agir como cristãos. Dissemos isso.

      – São dois assuntos diferentes.
      Nós falamos do baile funk e do ambiente de imoralidade, mas não associamos o assunto ao estupro.
      Também acreditamos que absolutamente nenhuma mulher merece ser estuprada. Nem que ela ande pelada na rua.

      – Com relação ao povo de Deus no AT e no NT nós dissemos exatamente isso. Hoje somos um só povo independentemente de condições sociais ou de gênero.

      – Sobre a questão da igualdade no casamento. Não tivemos a intenção de explorar o assunto. Apenas pontuamos o que você bem comentou: a jornada de trabalho e a pressão por sermos um monte de faz-tudo perfeitas. Falando pessoalmente, eu acho que o casamento tem que ser como o casal consente que seja. Se a mulher deseja ficar em casa ela pode, se deseja trabalhar 8h/dia ou meio período ela pode tbm. Ajudar e amar seu conjugue é um princípio do casamento cristão que independe do que as feministas pensam disso ou não.
      Um bom marido vai dividir a carga com sua esposa ao ver que ela está sobrecarregada.

      Muito obrigada pelas suas considerações, Tamyres 😀
      Beijos!

  • Sobre o cast sobre a papel da mulher na igreja, eu acho que mais do que falar sobre este papel, vocês deveriam falar sobre o machismo que vivemos na igreja todos os dias de forma velada. Por exemplo em pastores que pregam sobre a mulher ser submissa ao marido ser explicar o porque disso, como o papel do homem é equivalente ao de Jesus em relação à igreja, e portanto, muito importante e sério. Os pastores muitas vezes legitimam violência doméstica com estas pregações “pela metade”, pois esquecem do papel do homem, que é ser como Jesus, que eu duvido muito que bateria numa esposa (se a tivesse). Inclusive, eu nunca vi um pastor pregar de púlpito que a violência doméstica é um pecado. Isto afasta a possibilidade de que mulheres cristãs que sofrem violência doméstica procurem ajuda em suas igrejas, pois acredito que na visão delas, seria uma insubmissão à figura de seus maridos. Isto sem falar nos casos de estupro marital. A igreja NUNCA fala disso. Fala que um tem que estar disposto ao outro. Mas e quando não está? O marido tem o direito de forçar sua esposa a fazer sexo com ele “porque tá na Bíblia?”

    A igreja evangélica, de forma geral, vive também a reforçar a ideia de que lugar de mulher é em casa, cuidando dos filhos, sendo uma boa esposa e tudo o mais, muito reforçada esta ideia através das barbaridades que a Ana Paula Valadão e a turminha da Lagoinha e as “Princesas” da Sarah Sheeva mostram. A mulher, sendo estas mulheres, é um troféu do marido e portanto deve estar sempre impecável para que ele possa ostentá-la. E muitas igrejas, mesmo que de maneira menos incisiva que essas moças citadas, defende esta postura, dando vazão ao machismo de muitos de seus homens que querem dominar suas esposas.

    Enfim, acho que vocês deviam falar sobre este aspecto da vida da mulher na igreja.

    • Renata Melanias

      Tamyres obrigado pelo seu comentário, é sempre importante termos diferentes opniões sobre cada assunto, isso nos leva a refletirmos sobre as nossas convicções…
      bjs

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelos insights pro cast sobre mulheres e a igreja, Tamyres! 🙂

      Beijos!

  • Tamires Azevedo

    Karacas !!! até que em fim um pod com mulherada, estávamos precisando disso, pois os homens ainda dominam essa área. Parabéns meninas, adorei a iniciativa e o tema, já estou no aguardo do próximo.
    Que o Senhor as abençoe!

    • Renata Melanias

      Amém Tamires…
      Valeu!!!

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelo comentário, Tamires!
      Vamos em frente 😀

      Beijos!

  • Plinio de Andrade

    Parabéns, ….. Excelente começo ….

    • Renata Melanias

      Obrigado Plinio

    • Jaqueline Lima

      Valeu, Plinio!

      Beijos!

  • Daniel Santos

    Foi falado sobre a questão cultural e sua influencia na opressão de homem para a mulher, mas lembrem se da questão fisica e fisiológica do organimo humano. O Homem possui um desenvolvimento maior da estrutura muscular em relação a mulher, o que reflete na sociedade de hoje e traz essa etiqueta de mulher ser o sexo fraco, sensível, delicado. E pior, caso um homem assuma alguma dessas caracteristicas ele perde a “masculidade’ perante a sociedade. Gostaria de sugerir essa discussão.
    parabens pela nova linha de podcast.

    • Renata Melanias

      Valeu pelo comentário Daniel e pela sugestão também.

    • Jaqueline Lima

      Olá, Daniel!

      Valeu pela contribuição, cara!

      Bom, quando a gente comentou das diferenças, as físicas estavam inclusas. Eu pelo menos acredito nas diferenças todas, mas que elas não devem ser regra pra colocar cada um em uma caixinha pré-estabelecida.

      Por exemplo, só porque homens costumam ser mais de exatas e meninas de humanas, você não pode inibir uma garota que gosta mais de brincadeiras e brinquedos relacionados a lógica/números.

      Sobre essa questão da masculinidade, eu recomendo um Achando Graça muito bom sobre o assunto: http://achandograca.com.br/55-masculinidade-em-crise

      Muito obrigada pelo comentário, Daniel!
      Beijos!

  • Tatyane Costa

    Estava na maior expectativa desde a confraria e aqui estamos Õ/

    Bom, primeiro eu achei que não teria música ao fundo. Comecei a ficar deprê, mas tocou música e voltei a ficar feliz. Agora só lembro de Sandra Rosa Madalena, que tocou no finalzinho hahaha

    Não me considero feminista, mas, vou pegar o gancho da Jaque (ou Jack, como preferir) e da Re: Sou a Taty. Tem coisas que acho absurdo (tipo vagão rosa) e outras que concordo (tipo igualdade de salário e ficar cuidando da casa SE EU quiser).

    Gostaria muito de saber o que passa na cabeça do cara, para achar que chamar ela de gostosa, na rua, é legal e está tudo bem. NÃO, não é legal. Me pergunto como eles esperam que a gente reaja. Até agora não sei.
    Coisas como esse vídeo a gente não vê com frequência, e por mim, acho ótimo, para ambos os sexos: https://www.youtube.com/watch?v=G-VKZN7mhMo

    Com os 50° de puro fogo santo e poder que estamos vivendo, sinto pena dos rapazes que não podem receber vento nas canelas. As mulheres podem usar saia e vestido mas os homens não podem ir ao trabalho de bermuda. Coisas da sociedade… Porque não? São apenas canelas, pessoal! haha

    Enfim, parabéns meninas. Com o tempo, vocês vão adquirindo intimidade e o papo (que fluiu muito mais que o primeiro NB, com os meninos, diga-se de passagem) vai fluir muito mais natural. Exemplo: Ouçam o #NB40 – Manias de crente 2 e logo em seguida o #NB04 – Manias de crente. A evolução é nítida e vem com o tempo.

    Já aguardando o próximo! =D

    • Renata Melanias

      Isso mesmo Taty, direitos iguais (inclusive para refrescar as canelas haha)!
      Valeu pelo comentário.

    • Jaqueline Lima

      Taty, sua linda.

      Valeu pelo comentário!

      EU ME FAÇO A MESMA PERGUNTA: se você parasse e ficasse olhando pro cara que te chama de gostosa na rua, o que ele faria?
      Tenho medo, por isso não faço. Mas eu chuto que a maioria não faria nada haha

      É realmente surreal. Eu queria conhecer um cara que tenha ficado com uma menina depois de dizer na rua, aleatoriamente, que ela era uma delícia.
      QUEM FOI QUE DISSE ISSO PRA ESSES CARAS?

      Eu adorei a referência a 500 graus da Cassi HAHAHAH
      (não conta pra ninguém, mas nos meus tempos de penteca, nos idos de 2006, eu adorava cantar esse hino hahaha).
      De fato, acho bobagem não deixar os caras usarem uma bermudinha de leve (desde que permitido, já que tem casos que isso gera um risco de trabalho pro cara).

      Valeu mesmo pelo comentário. Com o tempo o entrosamento aumenta 🙂
      E a gente tem a vantagem de ter um super editor (@Thiago_Ibrahim:disqus), um super ilustra (@sdsbarbosa:disqus) e uma super holding dando toodo o suporte! haha

      Beijos!

  • Talita Ribeiro

    Sou mulher, cristã e feminista. Fiquei animada, a princípio, com um podcast cristão, feito para mulheres e que aborda feminismo. Na verdade, fiquei bem apreensiva também. E esse medinho se confirmou ao longo do podcast, por algumas razões:

    1) Usar o papo de homem como base para fundamentar dados básicos sobre feminismo no Brasil. Não é questão de gostar ou não do site, mas sim de entender que é sobre a nossa história, que há fontes muito mais confiáveis para as ouvintes consultarem e se informarem. E com uma visão feminista e conhecimento de causa, coisa que o Papo de Homem nunca terá por motivos óbvios.
    2) Passar vários minutos “descascando” e “ridicularizando” outras mulheres, por acreditarem e defenderem algo que vocês discordam e chamaram de misandria. Sério, isso não tem nada de feminista ou humanista ou seja lá qual definição vocês preferirem. Ao repetir esse discurso, estão apenas dividindo ainda mais as mulheres em grupos – nós, as equilibradas, e elas, as loucas que odeiam homens -, e enfraquecendo a nossa luta compartilhada. Há excessos? Sim, como em toda causa/movimento, mas enquanto a gente perde mais tempo criticando a amiguinha e somos mais duras com elas do que com os machistas de plantão, menos conquistas teremos. Isso vale para a vida no geral, mas também para o podcast (nesse momento eu tive vontade de parar de ouvir, mas continuei).
    3) Jesus/Deus tratado como um “homem”. Não, amigas, o sagrado não tem gênero. Mais do que isso, ao colocar Deus como “pai” e não como “mãe” ou “acima das definições, estamos o confiscando e jogando sobre ele características que não sabemos se são suas. Inúmeros estudos indicam, inclusive, que houve um período em que o cristianismo era, assim como tantas outras, uma religião matriarcal, que depois, por motivos políticos e sociais, se converte em patriarcal.
    4) A mulher cristã pode e deve se apropriar do seu corpo e isso não vai contra a sua espiritualidade. Mais do que isso, se ela quiser usar o seu corpo como uma forma de protesto e/ou luta por igualdade, isso é legítimo e não a faz “menos cristã”.
    5) “Elas querem ser extremistas porque não depila a axila” 🙁 Sério, migas? Se ninguém precisa saber, porque uma das participantes repete que “depila a axila por isso ou por aquilo”. É medo de ser descriminada e/ou ser menos amada/admirada?
    6) Discutir o que as meninas que fazem isso ou aquilo querem. Ao especular esse tipo de coisa, sempre num tom negativo ou de “coitadismo” (ela só tem essa opção) vocês não acrescentam nada ao debate. E se unem àqueles que acham que a mulher não tem condição de decidir sobre a própria vida.
    7) A mulher cristã é, antes de tudo, uma mulher, vale sempre lembrar e a interpretação do que cristo representa varia de acordo com a vivência espiritual de cada um. Tem mulheres cristãs que não querem ser esposas, que não querem ser mães, e isso não faz delas menos ou mais.
    8) O que as feministas pensam é que a bíblia é um livro machista. E é verdade. Porque foi escrita e traduzida por homens, com interesses claros. Mas a história e ideia de Jesus Cristo não. Acho que faltou deixar mais claro isso. A igreja, estrutura hierarquica, é machista. A igreja, corpo de cristo, não deveria ser. E vocês repetiram muuuuito esse discurso de “feministas x valores cristãos” ao longo do podcast. O final, em que tentam esclarecer, não é o bastante para apagar todos os comentários preconceituosos que fizeram ao longo da gravação, uma pena.
    9) “Colar de beijos para as recalcadas”. Tristeza ficar batendo nessa tecla de “se diferenciar” e de dividir. Mulheres não precisam se dividir ainda mais, mas sim se unir para conquistar 🙁

    Para vocês pensarem sobre feminismo com um olhar e base cristãos, recomendo muito que sigam e participem dos eventos do Católicas pelo Direito de Decidir. Há também muitas pastoras, principalmente luteranas, que são feministas e têm posições mais libertárias. Se vocês têm todas as mesmas posições, como pareceu nesse podcast, apesar da “saída”, seria interessante convidar mulheres com outras opiniões, até para enriquecer o debate.

    • Jaqueline Lima

      Oi, Talita.

      Primeiro eu quero agradecer de verdade a sua disposição em vir aqui escrever pra gente.
      Sinto mto que tenha sido um caminho difícil, mas eu fico contente em saber que você ouviu e veio tecer sua crítica.
      Esse comentário aqui é só da Jaqueline. Talvez as outras meninas pensem um pouco diferente de mim. E não há problema nisso 🙂

      De modo geral, acho que não têm muito o que ser dito, visto que a gente parte de pressupostos diferentes.
      Reconheço alguns excessos e até piadas mal interpretadas, mas isso faz parte do processo de discussão e aprendizado.
      O Delas não se propõe a ser um tratado último sobre nada.
      É um risco que a gente corre quando inicia certas discussões. Mesmo que tímidas (as discussões), ou ainda carregadas de preceitos errados pra alguns, começamos.

      Só queria passar por alguns pontos que acho que são importantes principalmente pra que a gente amplie a discussão em próximos programas e tenha um material bem diversificado:

      – Os dados do Papo de Homem estão errados? Se sim, precisamos fazer uma errata no próximo programa. Caso tenha alguma fonte histórica pra compartilhar, ficaríamos felizes.

      – Sobre os estudos que provam um Cristianismo matriarcal, você pode nos ajudar com links e livros? Queremos tratar especificamente sobre esse assunto e é importante termos boas fontes de pesquisa.

      Com relação ao restante das suas colocações eu agradeço e respeito. Como disse, parto de um pressuposto diferente e acho que a gente ia acabar fazendo um Palmeiras x Corinthians por aqui. Ninguém ia convencer ninguém. Nessas horas o bacana mesmo é a introspecção. O bom da vida é que a gente pode mudar de ideia ou fortalecê-la quando somos postos em cheque e seguir 🙂

      Tudo de bom e muito obrigada. De verdade!

    • Ju

      Bom comentário Talita. Acho q um dos principais pontos q tu trouxestes e q é constantemente ignorado, é q a Bíblia é sim um livro machista. Como toda produção que passa por mãos humanas ela tem a influência de seu contexto.
      Também fiquei decepcionada com o podcast, como já esperava, afinal porque um podcast sobre feminismo tem q ser feito num espaço segregado e exclusivo?
      E cara… o que foram estes momentos em q foi sendo discutido se feministas acham q vão se auto-fecundar? q M*. E imposição de princípios cristãos a meninas que não creem nisso!… entendo que este podcast é para meninas cristãs, mas então não discutam as escolhas de outras meninas tentando enquadra-las nos seus princípios, ora.
      Acho q o podcast se beneficiaria com a participação de pelo menos uma feminista.

      • Jaqueline Lima

        Oi, Ju.
        Obrigada por ouvir e deixar seu comentário por aqui!
        Isso é muito importante pra que cresçamos.

        Como comentei com a Talita, eu respeito o posicionamento de vocês e tenho muito a pensar sobre ele. Mudanças ou até mesmo a afirmação de um pensamento por meio de oposição é algo muito saudável, do meu ponto de vista.

        Acredito que a gente tenha pecado em acabar fazendo brincadeiras ou dando opiniões muito pessoais no meio da discussão e essa impressão de que a gente quer impor alguma coisa acabou ficando pra algumas pessoas.
        Em mais de um momento salientamos que a gente não pode achar que todas as mulheres tem que ser/pensar como nós (cristãs não liberais – liberal aqui no sentido de abraçar ou não o liberalismo teológico e não relacionado a libertinagem), e que não é por viver de outra forma que não devemos olhar pelos direitos das mesmas.

        Obrigada por ter vindo deixar seu comentário! 🙂

    • Glória Hefzibá

      TALITA, VOCÊ ME REPRESENTA.

      Só discordo de a Bíblia ser um livro machista. Eu acredito que ela tem sido lida de maneira machista — mas isso já é uma discussão por si só.

  • Jaque, queridona. ADOREI! Ficou muito legal, o Thiago fez um edição top! E vocês, é claro, foram muito bem mesmo! Adorei a pauta, o tema, o modo que vocês foram levando o assunto, me senti em casa hahaha. Parece que são minhas amigas! xD Renata e Laís, gostei de ouvir vcs! 🙂 E curti a sintonia entre vcs três! Saí caminhar com os fones de ouvido e recebi um CANAL DE BENÇÃO desse material (piadinhas a parte… hahahaha). Fora que fiquei rindo que nem besta na rua na hora dos créditos finais… xD Meu, sério. Continuem trazendo assuntos polêmicos para que possamos pensar neles e falar sobre eles. Que Deus abençoe muuuuito vcs e esse trabalho. Mesmo! Obrigada por esse cast <3

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelo comentário, Maiara.

      Não fique só no que a gente disse! Tem um mundão de coisas pra aprender e refletir sobre o assunto 🙂

      Obrigada pelos elogios ao programa. Sem dúvida o trabalho é de qualidade nesse sentido porque temos o meninos aqui do NB dando todo o suporte!

      Beijos!

  • Pingback: #NB78 - #JeSuisCharlie e a realidade francesa - No Barquinho()

  • Lorena Nayara

    Olá meninas.. amei o primeiro podcast de vocês, ficou muito bom, estão de parabéns. Com um conteúdo muito bacana e ao mesmo tempo polêmico, q vocês conseguiram passar de uma forma tranquila, super entrosadas. Gostei bastante. Bjs

    • Jaqueline Lima

      Lorena, muito obrigada por ter vindo comentar!
      Continue aprendendo sobre o assunto e fique com a gente 🙂

      Beijo!

  • Jussara Soares

    Precisava vir dizer que adorei o programa. Foi muito bom ver que vocês colocaram todos os lados do movimento, entendendo que não existe um só feminismo, que a premissa básica é a igualdade de direitos e a partir disso cada uma constrói a sua luta. Com relação ao aborto eu concordo com sua legalização. Acho que não é mais questão de opinião, de crença, é questão de saúde pública. Pratica-lo ou não já cabe ao que cada um acredita e escolheu seguir. No mais, parabéns! 🙂

    • Jaqueline Lima

      Oi, Jussara.

      Eu particularmente fico muito feliz que você tenha gostado do podcast.
      Desde o texto que escrevi por aqui sei que você abraça muitas discussões desenvolvidas dentro do movimento feminista e é mto legal saber que a gente conseguiu manter um diálogo legal com o seu perfil de ouvinte.

      Espero que continue conosco 🙂

      Beijos e obrigada!

  • Luciano Valério

    Então meninas! Parabéns pelo pod! Achei mto bacana a forma como vcs conduziram tudo.
    Bem, não tenho nada a acrescentar e nem opinião definida sobre o aborto, então quero mesmo é parabenizá-las e incentivar que esse trabalho siga em frente!

    Valeu e que venha o próximo!!!

    • Jaqueline Lima

      Valeu, Luciano! 🙂

  • João Lucas dos Santos

    Muito bom!

    Excelente podFêmea, podSaia, Podpó!

    Enfim, vocês entenderam!

    Att,

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelo comentário, João Lucas!

  • Júlia de Melo

    Muito bom o podcast, fiquei coçandooo porque não falaram sobre a relação homem e mulher no casamento, em relação à bíblia e pá, mas no finalzinho vocês anunciaram que vai ter um podcast só pra isso hihi . Parabéns, e à espera dos próximos! 😉

    • Jaqueline Lima

      É isso, aí, Julia!
      Assunto é o que não falta! haha

      Obrigada pelo comentário! 😀

  • Rebeca da Gama

    Demorei muito pra sentir vontade de ouvir o podcast. Assim que baixei, coloquei pra ouvir, mas ficou cansativo e desinteressante pra mim logo no começo. Talvez porque fosse uma novidade. Deixei o pod dormindo no celular, mas, numa manhã dessa semana, quis ouvir. Acho que foi porque acordei de bom humor rs.
    Achei o episódio muito bom. Esse tema não podia ficar de fora do Delas. Aguardo o episódio sobre aborto.

    • Jaqueline Lima

      Valeu pelo feedback tanto aqui quanto por email, Rebeca.

      Beijo!

  • Rebeca da Gama

    O assunto é tão interessante, que esse é o 1º podcast que me fez ter interesse em ler todos os comentários

  • Jeniffer Lima Martins

    Parabéns meninas, muito bom o cast!
    Confesso que nunca me aprofundei no tema, sempre tive um pé atrás com o feminismo por conta dessas “nazi feministas extremistas”. Acho bem interessante que nos próximos casts vocês destrinchem a questão do feminismo dentro da igreja, base bíblica, a visão do feminismo dentro da cosmovisão cristã. Enfim, beijos e até o próximo!

    • Jaqueline Lima

      Oi, Jeniffer!

      Obrigada pelo feedback <3
      Querendo ou não a gente vai acabar nesses assuntos haha

      Continue nos acompanhando e comentando 🙂

  • Ingrid alexandre

    uhhh muito bom, descobri vcs a pouco tempo mas já estou amando. Viciada no Delas!!