#NB53 – A zoeira tem limites?

No Barquinho janeiro 15, 2014 32

Fala, discípulo!

PedroThiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem mais uma vez No Barquinho para uma conversa aberta sobre os limites da zoeira, sobre o bullying e, como de costume aqui no #NB, falam também um pouco de sua infância na escola e a convivência com as diferenças.

Neste podcast, descubra quem sempre fez amizades para a preservação de sua integridade física, quem sobreviveu ao trote na faculdade e qual dos discípulos teve a sua personalidade forjada como resultado do bullying sofrido na infância.

Duração: 82 min.

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Vitrine por Daniel Sas. Acesse o portfolio do nosso vitrinista!

Ouça também o MassaPocket #04 – Zueras, Piadas & Limites”

Links comentados no episódio:

Link comentado nas Epístolas:

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  • Ser discípulo desocupado (pela primeira vez) é um feito que gera um sentimento impossível de descrever. #ComproTeclaF5

    Ps: gostaria que vocês conhecessem meu podcast. Não precisa divulgar se não quiserem. Escutem, e caso curtam, recomendem. “O acesso de vocês é muito importante para nós”. Segue o link da área dos podcasts (tem feed lá no fim da página): http://www.peloamordedeus.org.br/category/podcast/

    • Thiago_Ibrahim

      Parabéns, discípulo desocupado!

      Já assinei o feed de vocês, Eduardo. Vou ouvir e depois mando o feedback. Ok? Abraço!

  • Puts, pense num tema complicado.

    Por mais leve que possa parecer a brincadeira a gente não tem ideia do passado da pessoa com aquela situação, então uma coisinha pra gente pode ser uma mega porrada nela.

    Eu já cheguei a mudar de colégio por conta disso. No outro colégio, quando veio a primeira piadinha sobre o tema eu cortei na hora falando alto. Nas ocorrências seguintes eu parti pra porrada e passei a resolver sempre assim. Funcionou.

    • Pois é, eu era o mais baixinho mas aprendi a resolver as coisas na porrada tb. Mesmo apanhando vc passa a ser respeitado.

  • Ricardo Soares

    Estou fazendo a maratona no barquinho,to gostando muito.Estava meio desanimado na fé por conta de problemas de saude e a bagunça que se encontra a igreja brasileira.Ouvir vcs ta me dando um animo novo.Obrigado a todos.Meu Nome é Ricardo Soares Sou de São Gonçalo RJ e trabalho como Promotor de FLVs e tenho 39 anos.Meu Site http://www.aosouvidos.com.br

  • Douglas Fernandes

    Acho que a constante exposição (por causa de internet e tudo mais) de hoje em dia, somada a super proteção dos pais faz com que os danos do bullying sejam mais fortes q antigamente. As crianças acabam tendo dificuldades em lidar com essas coisas. Eu sofri muito bullying quando criança, ressalto que sofri muito bullying e não sofri muito COM O bullying, por causa do meu tamanho, mas usava a tática do amigo valentão, na verdade, estudava no mesmo colégio que meu irmão mais velho, ai ficava fácil. Depois que cresci um pouco, mentalmente e psicologicamente, fisicamente não, rsrs, passei a levar na esportiva, tanto que até hoje sou chamado pelo meu apelido da época de colégio. E a mãe do Thiago no final, hahaha, tinham q chamar ela para um próximo cast, sugiro até uma pauta: Biografia não autorizada de um podcaster legalista, hahaha, vlw galera, abçs e fiquem na paz…

  • Yane

    Oooooolha ai, eu profetizando kkkkk 😉
    Não sei se pedi nos emails gigantescos que mandei há uns meses atrás pq né, escrevi muito kkkkkkk, mas o tema bullying foi/é muito presente na minha vida. Eis o por quê:
    a primeira vez que me deparei com isso foi lá nos altos dos meus 6 ou 7 anos, na igreja (sim, na igreja), durante uma escola dominical. Uma menina tirando onda (= zoar pra vcs do “sul” uheuhe) de mim, hoje eu não tenho a menor ideia do motivo, mas sei que levou a uma reestruturação da escola dominical da igreja e, depois de alguns meses, na minha saída de lá (com minha mãe, claro).
    Depois disso, já na escola, aos meus 7/8 anos, começou o inferno lá na 3ªsérie. Outra menina, na época chamada “melhor amiga”, também me fez passar por situações humilhantes e, por várias vezes, se eu não fizesse o que ela queria ela fazia as pessoas não falarem comigo. Esse inferno foi até a 7ª série, culminando com uma “pixações” de vários xingamentos num livro meu. Ai rolou coordenação,e tc, mas eles ameaçaram e não fizeram nada, como sempre (ou geralmente) é. Esse processo ai, junto com o abandono de meu pai, me fez deixar de ser uma criança extrovertida pra ser ultra tímida e fechada. Minha mãe notou, mas preferiu acreditar que era coisa de criança e que já já passava. Pena que não.
    De volta pra igreja, nunca mais consegui me enturmar de verdade numa igreja. Sempre fechada e, como vcs bem comentaram, gente fechada não atrai gente. Então sempre fui a estranha e excluída lá também. Uma maravilha uheuheuhe
    Resumindo, pq já tá gigante, passei por quase todas as formas de bullying e exclusão que vocês comentaram, dentro e fora da Igreja.
    Tudo isso e mais um monte de coisas geradas por essas situações me fizeram chegar ao meu limite e, como resposta física, a uma síndrome de pânico, a qual trato há quase 1 ano com psicóloga e psiquiatra. Só que o tratamento é basicamente, além do remédio, tratar toda a confusão que eu sou por causa de tudo isso que passei lá atrás, seja por “coleguinha”, “melhor amiga”, pai, igreja, etc.

    Do que vocês falaram sobre a definição de bullying, queria só ressaltar o seguinte: a meu ver, pra ser bullying, é preciso, além de tudo, excluir a pessoa do meio. A pessoa que sofre bullying mas as pessoas gostam de estar junto consegue superar, levar na brincadeira etc. A pessoa excluída nunca vai conseguir levar isso na brincadeira. A não ser que ela seja realmente uma “alma evoluída”, como dizem os colegas espíritas, mas não com o mesmo significado uehuheuheuhe
    E Thiago, não sabia que “peba” era pernambucano kkkkkk peba = fraco, ruinzinho, abaixo do esperado, de má qualidade, etc. O Pedro falou bem uhauhauha
    Desculpem o mega comentário, mas vcs tocaram na minha história de vida 😉
    fui! o/

  • Yane

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk e essa mãe do Thiago é comédia demais! É a versão evangélica da mãe do Paulo Gustavo da “Minha mãe é uma peça” kkkkkkkkk

  • Cecília

    Finalmente ouvi! E isso explica a tempestade que deu ontem. Parabéns, gostei muito! E sim, a zoeira tem limites, e bullying é uma coisa muito séria. Beijo, Mônica!

    • Thiago_Ibrahim

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Seja bem vinda, Cê. Seu beijo tá garantido no #NB054!

  • Jessé Dutra

    É o Jessé, pai de David.

    Que isso de a Jesse?

    Olha o bullying!

    Tenso mano. Parece o vídeo do away sobre bullying.

    Ps.: Podcast com dona Ibrahim já!

  • Lembro que no tempo da escola eu cheguei a sofre bullying algumas vezes, mas sempre dava a volta por cima. Infelizmente eu também pratiquei bullying (eu era bem aquele tipo que aprontava, mas era o anjinho da turma). Mas aquela época era diferente. Hoje, essa geração criada a ovolmatino e leite com pera é criada por vloggers e na hora que a realidade bate na porta eles não sabem o que fazer. Na minha época eu ficava longe de briga porque se eu apanhasse na escola eu apanhava de novo em casa.

  • A “zueira” tem limites sim, acho que com o passar dos anos elas vão ficando piores e mais maldosas. Lembro dos meus tempos de escola (que é o lugar que acontece muita zueira) que tinha um colega de sala que todo intervalo de horário eu e mais dois colegas pegava ele e levantava (por ele ser magrelo) e apagava a lousa com ele. E o mais engraçado disso é que eram todos amigos, a zueira existia mais ninguém grilava com ninguém. Com amigos assim pra que inimigos neh kkkkkkkkk
    Valeu galera jangadeira hehehehe

  • Marcio Moreira

    Belo episódio marujos! Nós, lá no massapocket (massacrente.com.br) servimos de teaser para o episódio de vocês, que por causa do formato (tempo disponível) conseguiu ser mais completo, e abordar assuntos importantes. Mais uma vez, parabéns. Só tenho duas discordâncias dos senhores nesse episódio, uma é fato, e a outra apenas a minha opinião pessoal: 1) FATO: Não era Marty Mcfly que sofria bullying e sim o seu pai, George Mcfly. O primeiro filme da franquia é todo baseado na premissa do Filho “popularzão” e descoladão que volta no passado e acaba ajudando o próprio pai que era oprimido pelo Biff Tannen; 2) OPINIÃO: Eu acho esse discurso “tome trote e seja um bicho mais feliz e enturmado” a maior falácia que pode haver numa faculdade. Já estudei em uma escola técnica federal que tinha trote, e em duas faculdades públicas e uma particular que tinham essa babaquisse, e quando, no único dia em que eu sofri trote na minha vida eu vi que não valia a pena, decidi que nunca mais tomaria de novo! e vamos lá: nenhum dos meus amigos que tomaram, e nem eu na instituição onde passei por isso, pude ver veteranos ajudando ou enturmando os calouros! Papinho!!! E nas outras instituições onde não tomei, fiz amizades, consegui ter uma vida social muito proveitosa, e etc. No mais, são apenas essas duas observações de “imensa” importância e relevância que eu gostaria de deixar, um abraço, e que Deus continue abençoando o trabalho de vocês!

    • Pedro Angella

      Falaí Márcio!
      Infelizmente não mencionamos o MassaCrente na leitura de epístolas, mas no próximo, o MassaPocket será devidamente mencionado, com honras e tudo! 😉
      1) O Thiago quer pagar de nerd citando BTTF. Desconsidere…
      2) O trote é um tema muito controverso. Se todos tivessem respeito, as brincadeiras seriam respeitosas, a interação sadia e tudo o mais. Infelizmente, acabamos nivelando por baixo. Com certeza, dá pra se enturmar sem o trote.
      Valeu pelo comentário, Márcio! 😉

      • Thiago_Ibrahim

        Como assim o Marty não sofria bullying? Ele era perseguido. A diferença é que sabia lidar bem com isso.

        E não, eu não quero pagar de nerd, só quis citar o filme da minha vida. Humpf!

        • Marcio Moreira

          Calma gente, eu não quis trazer a discórdia! Eu só acho que o Marty não se enquadra na relação clássica que há entre o Bully (o valentão) e o zoado, sendo esse papel mais claro entre o Biff e o pai dele (o George). O Marty se mete num assunto que era do pai dele. Tanto que o Biff também fazia parte da vida adulta do pai como opressor no presente original e depois ele é que se torna o capacho DO PAI no presente alternativo de um George mais “descoladão”. E o Thiago é Nerd sim, se não, não estaríamos discutindo um assunto “tão importante” como esse aqui (rsrsrsrsrs). É o efeito BTTF, uma obra que é o filme da vida de muita gente! Abraços e mais uma vez parabéns pelo episódio.

      • Marcio Moreira

        Pedrão, Relaxa, cara! Não quero que você pense que eu vim aqui comentar pra “marcar território”, do tipo: “fizemos esse assunto primeiro!” Tanto porque deixei bem claro que o episódio de vocês teve uma outra pegada, e isso foi muito bom!! Se eu tivesse realmente fazendo isso o koquinho reincidiria meu contrato (rsrsrsr) Quanto a esse negócio de comentar sobre o massapocket… relaxa também! Eu sei muito bem o que é ter um episódio já gravado e ai, em cima da hora acontece alguma coisa que tinha que ser acrescida… vive acontecendo isso comigo lá no Maná com Manteiga. Mais uma vez, um abraço e parabéns pelo episódio!

  • Alison Garcia

    Fala Pessoal do NB… então ficou muito bom o cast… meu comentário é que sempre fui gordinho quando pequeno, e certa vez, sei lá quando tinha uns 8 ou 9 anos… as piadas sobre meu peso estavam demais, que cheguei a comentar em casa que iria parar de comer, para pararem de fazer piada minha na minha sala…pense num filho mimado que eu era kkk não deu em outra… no outro dia minha mãe foi lá na escola fazer o maior barraco… uma das frases que lembro até hoje de minha mãe dizer/gritar é ”…Se ele é assim, é sinal que tem o que comer em casa…”, putz lembro que na época, eu ficava com receio de as piadas aumentarem ainda mais depois desse episódio, mas não…até deram uma acalmada… e outra que com o passar do tempo aprendi a revidar não na porrada mas na brincadeira mesmo… agora falando sobre a hora da educação física, eu sempre sobrava na hora de escolher os times… foi então que certa vez decidimos que pra ninguém sobrar, os piores eram quem começavam a escolher os times…ficava bem mais equilibrado com 1 Ruim pra cada time… bom era isso grande abraço a todos!! Alison Garcia

  • Abraão Marques

    Parece que só venho aqui falar de música, mas eu amei ter ouvido The XX na trilha KKKKK. Agora falando um pouco sobre como conheci o No Barquinho, foi quando a Creuza (aka MRG) deu RT elogiando a abertura antiga 😛 Comecei a ouvir a partir do “14 – Medo, eu?” mas nunca comentei, só recentemente que saí do armário, ou melhor, saí do silêncio haha! Obrigado por esse ótimo cast que me fez lembrar uma parte esquecida da infância… Desde já esperando pelo próximo.

  • Felipe Fraga

    Fala galera No Barquinho ( saudações para o discípulo irmão de Jesus, e escritor de uma carta que deu trabalho para Lutero, e também ao que negou seu mestre, mas voltou a trás e se arrependeu, e de igual maneira comprimentos ao cobrador de impostos que decidiu seguir ao carpinteiro).

    Demorei para comentar (mas deixei de ser preguiçoso, sim o Garoto Filipi Fraga, como diria o Thiago).
    Agora sim, depois desta introdução, vão meus parabéns ao No Barquinho, pelo menos na minha falha memória, este foi o MELHOR, e não gosto muito de comparações, mas sim foi o melhor programa sério de vossas pessoas. Sempre que vou ouvir um cast sério fico com um pé atrás – para não dizer os dois.

    Depois do esclarecimento do “bulim” foi legal as experiências que contaram e também os pensamentos, na parte do “continue a nadar” fiquei um poUUUUco( voz falhando para disfarçar) pois não gosto muito da música, mesmo gostando da Pixar. Então sem mais delongas, minha nota para o podcast é: 4 pães e meio e 2 peixinhos.

    • Felipe Fraga

      Comentários sobre a Dona Ibrahim são dispensáveis, pois todos sabem que é muito engraçado, e mesmo sendo a mesma implicância do outro programa com algumas novidades hehe, enfim nesse podcast não consigui ficar com raiva de ninguém.

      • Thiago_Ibrahim

        Esse garoto Filipi Fraga…

        Cara, seus comentários são sempre muito engraçados. Estamos em negociações contratuais com a Dona Ibrahim pra ver se ela vira participante fixa do podcast. Vá orando aí.

        Fico feliz com o feedback. É bom saber que o podcast ficou “edificante” e bom de ouvir. Esse é o nosso objetivo.

        Abraço, mancebo!

  • Tatyane Costa

    Quando vi o tema, logo achei que seria mais alguém falando sobre “os limites do humor e o politicamente correto”, mas não. Obrigada, Senhor e obrigada marujos hehe.

    Não lembro de ter sofrido bullying na infância. Fui zoada? Sim, claro. Mas nada fora do normal…

    Para complementar o papo, que me levou a pensar em “como eu trato as pessoas? Como as pessoas me tratam?”, acho válido deixar duas indicações, onde ambas retratam as consequências do bullying e até onde ele pode transformar a vida de quem sofre e de quem convive com quem sofre. E como um simples fato pra mim, no caso, pode ter um impacto gigantesco na vida do outro. Segue:

    Filme: Depois de Lúcia – Conta a história de uma menina de 15 anos que após o falecimento de sua mãe, muda-se com seu pai para uma nova cidade e uma nova escola e lá, passa a sofrer abusos físicos e sexuais. (História teeeeeeeeensa! para quem “pensa fora da caixa” hehe)
    http://www.adorocinema.com/filmes/filme-206437/trailer-19481451/

    Livro: Os 13 porquês – Clay recebe 13 fitas cassete de uma garota de sua escola (e antiga paquera) que se suicidou 2 semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos.
    http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2849269/os-13-porques-conforme-a-nova-ortografia

    Abraços, discípulos.

    • Thiago_Ibrahim

      Caraca, Tatyane, que tenso!

      Bom que te surpreendemos. Obrigado pelas dicas!

  • Ricardo Soares

    To passando pra avisar que terminei a maratona no barquinho e vou postar a minha opinião assim que arrumar um tempo.Qual o Email para Mandar?Outra Coisa tentei por 2 vezes ouvir o Gorila Polar por consideração ao Fell Borges, DVD Castillo e Vcs Mais não da mesmo 🙂 Parece que estou em um canteiro ouvindo as conversas de Peão-de-Obra no intervalo do almoço.Vocês devem gostar muito destes meninos para suportar eles kkkkkkkkkkkkk