Podcast 2 em 1 #29 – Palavrão #&$%@!

No Barquinho novembro 30, 2013 10

Nessa semana, Davi Luna, Junior O Defensor das Garrafas Pets Luna, Livia Lota, Davi Moraes e Cacau O Irado batem um papo sobre Palavrão no 2 em 1 mais blipado da história!
Discutimos sobre o que é palavrão, separamos palavrão de ofensa,  o que é ira e como ela influência e claro, nossos palavrões preferidos! (Duração: 1:30:19)

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  • Olas lunas brotheres !!!!!
    Estamos aquis mais umas vezes pra comentar sobres esses Podcasts.
    *nos plurais.
    Um palavrões que falo muitos (mesmo não achando pecado a forma que uso) com a expressões “foda”, como por exemplos: “os podcasts de vocês são muitos fodas” (dando a entender que é muito bom).
    Não é nem a intenção de estar falando um palavrão, mesmo que seja, Mas é uma expressão que uso bastante (ate sem perceber), não em todo lugar como o Davi Luna disse, com amigos não vejo problema, ja em reuniões de igreja, trabalho e conversas com pessoas que não são próximas não é apropriado usar.
    No mais é isso Lunas abraços!

  • Fala #LunaFamily!
    Fui convidado a participar deste cast, e lamento profundamente não tê-lo feito…
    Vamos resumir meu pensamento:
    – O palavrão por si só é um meio de comunicarmos algo. Aliás, tudo o que falamos. Logo, quando falamos, seja o que for, falamos para sermos ouvidos; tudo o que falamos tem a intenção de comunicar algo. Se falamos um palavrão, sendo ofensivo ou não, temos a intenção de dizê-lo.
    – Apesar de ser contra o uso de palavrões por considerar ofensivo, concordo que é algo regionalizado. Algo interessante aconteceu com a convivência com o Thiago Ibrahim, por incrível que pareça! Às vezes, eu e o Matheus usávamos o termo “manja”, pra dizer algo sobre alguém que sabe muito bem o que faz. No Rio de Janeiro, “manja” tem conotação sexual com o ato de sexo oral. Portanto, se a minha intenção é não ofender os que estão ao meu redor, preciso me contextualizar.
    – Creio que o palavrão acabe entrando na categoria de “tatuagens, piercings e etc”. Pode não ser pecado pela sua intenção de o dizê-lo, mas se vai ofender/escandalizar o próximo, é melhor não falar.
    – Ah, e sobre toda essa questão de ira… Quando o Junior diz, o que parece é que se eu soltar um palavrão irado, irei imediatamente para o inferno, tamanho pecado que cometi! Fiquei imaginando o Davi, ao acidentar-se ocasionalmente, soltando um PUTAQUEPARIU!, e o Júnior do lado, ao invés de acudi-lo, dizendo “Peça perdão a Deus, você irou-se!” AH VAH!
    Abraços, ótimo podcast!

  • Tatyane Costa

    Ótima discussão, pessoal! Definir o que é Palavrão é realmente complexo, visto que vocês voltavam para a mesma ideia depois de algumas opiniões.

    – Um dos significados para PALAVRÃO no dicionário é “Palavra obscena, grosseira, pornográfica”, portanto, definir se um termo é ou não palavrão está muito mais ligado a sua representação do que o termo em si, sendo algo até cultural. Por exemplo: Vaca é um animal, mas chamar uma mulher de vaca é xingamento.

    – Se eu bater o dedinho na quina da mesa de mármore e exclamar um “merda!!!” será suficiente para expressar a dor que eu sentiria? Pra mim, sim, mas pra muitas pessoas não! Falar um palavrão me causaria desconforto e eu ficaria incomodada (crente politicamente correta hahaha #sqn).

    – Fui pesquisar sobre o tema, já que é possível encontrar TODOS os assuntos possíveis e impossíveis na internet, e o pessoal do Massa Crente já falou sobre palavrão (http://www.massacrente.com.br/crente-boca-suja/) e as opiniões deles são parecidas com a opinião do Junior e expressam também a minha opinião quanto ao uso de palavrões.

    – Agora, em relação a palavra que vem à cabeça no momento da dor, é uma questão de costume e cultura. Exemplo disso são as gírias e os “memes” que em determinados períodos de tempos usamos e acreditamos que este termo se encaixa perfeitamente em tal situação (pra ficar mais claro, o “Ronaldo, brilha muito no Corinthians” do Pânico na TV. Todo mundo usava. Hoje ninguém usa mais) e depois descartamos esse termo do vocabulário. Se é possível se acostumar a usar ou não gírias, por que não podemos nos acostumar a usar ou não palavras que escandalizariam o ouvinte?

    – Para terminar, que esse comentário já ficou gigante, recomendo a tática usada no Podcast Massa Crente, que é dar um “pedala” toda vez que alguém falar um palavrão, para desacostumar o uso de tais termos. Tratamento de choque: ou a pessoa para de falar, ou vai ficar com hematomas.

    Até a próxima, Deus abençoe.

  • Fabiano Souza

    Fala galera, blz ? Ouvi o podcast de vcs e achei interessante a discussão sobre a ira. Tenho 2 dúvidas a respeito da ira.
    As 2 se encontram em Matheus 21:12 e 21:19….. sempre q leio tenho a impressão de q Jesus se irou…… Como entender essas passagens ? Abraços e q Deus abençoe a todos vcs….

  • O podcast está com três comentários, mas todos estão muito bons.
    Vou mandar um e-mail, mas antes que esqueça, como fiz com os últimos programas, vim comentar no “çaiti”
    Minha opinião sobre palavrão parece com que o Davi disse no cast. Depende da situação. Mas dificilmente eu falo, pois tenho alguma trava ( olha o Espirito Santo ai minha gente!)e usar ar formas subjetivas é até engraçado, como fizeram no cast. Falando nisto a forma como com conduzida a conversa foi legal, como a Tatyane disse vocês usaram o mesmo pontos o programa inteiro. Mas a “briga irada” com garrafa foi incrível e creio fez este programa entrar no Top ( dos Juntos em 1, claro). A participação da Livia foi muito boa, e incrimentou os palavriados da #familialunaessidoiz hehe. Enfim até..(quando?)

  • lucas Aquino Mendes

    Olá galera!conheci o podcast de vocês a pouco tempo e me surpreendi,é muito bom,engraçado e com conteúdo,é como se acrescentasse conteúdo ao “jv”!kkk espero que continuem assim,melhorando a cada programa!…gostaria de deixar minha opinião sobre palavrões,eu nunca fui de falar e sempre repudiei o uso deles,tive até dificuldade para ouvir podcasts por causa disso,por que em algumas regiões eles realmente substituem as vírgulas!..mas sobre o que é e o que não é eu cheguei a conclusão de que:só é palavrão tudo aquilo que os nossos pais nos ensinaram que é.Abraço e até mais!

    • É Lucas no final é isto, palavrão é aquilo que os outros acham errado ou/e você. Esqueci de comentar que o podcast é bom por ter este equilibrio de não ficar muito sério, uma das coisas que não faz eu gostar tanto do 8 32, mas enfim…

  • Pingback: Podcast 2 em 1 #30 – Amigo Secreto 2013 | Juntos em 1()

  • Ainda bem que nasci no Pará. Aqui tem uma palavra que expressa tudo, de alegria a ódio, e como é falado mostra um pouco da intensidade da coisa. É o famoso “Égua”.

    Raiva: É-GÚ-Á
    Surpresa: Éeeeeeeguaa
    Ódio: ÉGUA!
    Pra falar da intensidade de algo: Égua da raiva que eu tô.

    Aí substitui muitos palavrões. E é uma palavra aleatória.
    Alguns antigos consideram palavrão e fizeram a variação: “Eras”, ou “Ébe”.

    Não falo palavrão habitualmente, não faz parte do meu vocabulário.
    Eu realmente acho que é um hábito ruim, que pode mostrar muito da vida da pessoa, seus círculos de amizade, e cultura.
    Mas tenho um preferido, que elegi para os descontroles próprios mesmo. hehe

    Acredito que há coisas realmente erradas, as pessoas concordando ou não. Cultura não é desculpa para pecado, e todo esse relativismo de “pra mim é tal, pra você pode não ser”, é um perigo que entra de formas simples na igreja e na vida do cristão e vai tomando proporções maiores.

  • Glória Hefzibá

    Quanto ao debate sobre o pecado, o Cacau afirmou que é sempre contra Deus ou o próximo (ou Deus ou Deus e o próximo, já que o Junior lembrou bem que é sempre contra Deus). Mas o pecado não pode também ser contra si mesmo, como no caso da fornicação (1 Coríntios 6:18)?