#NB48 – Pirataria

No Barquinho outubro 30, 2013 48

Fala, discípulo!

PedroThiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem mais uma vez No Barquinho,  para bater um papo sobre algo que tem assombrado a indústria do entretenimento: a pirataria. E pra essa conversa foram convidados dois produtores de entretenimento: Davi Luna (Juntos em 1) e Abner Melanias (Achando Graça).

Em mais um episódio do #NB ouça uma discussão aberta e sem meias palavras sobre pirataria e direitos autorais; entenda como cada um dos participantes consome conteúdo de entretenimento e aprenda a piratear um podcast!

Duração: 118 min

Arte de Daniel Sas. Acesse seu portfolio! Para baixar a arte clique aqui.

Links comentados nas epístolas:

Links comentados no episódio:

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  • Lucas Cassemiro

    1

  • Lucas Cassemiro

    Discípulo Desocupado?

  • Baixando

  • Nossa, tenho certeza que este será comprometedor!

  • Dangelis

    Tah difícil ser desocupado, sempre têm os primeiros que eu… rs!! baixaannddoooo!!

  • William Duarte

    Baixando…

  • Duas horas de No Barquinho!
    Bora ouvir e depois eu volto.

  • Daniel Souto

    Baixando!!!

  • Daniel Souto

    Ja tem o Devocional para baixar em PDF ? rsrsrss

  • Opa Alegria,Alegria.No Barquinho Abrindo O Baú.kkkkOlha,Abrindo o Baú…Se tiver premio para essa sugestão de Prêmio tô dentro.kkkkkk.Vou mandar meu e-mail.E a Trilha do Beijo,Show de Bola.kkkkk

  • Daniel Sas

    Quanto ao preço dos jogos, uma dica: Steam. Sem mais.

  • Riba

    Muito legal o tema. Só o preço do cinema que não sei se ta justo não ein. 15 reais só em Campinas mesmo pq tem muito lugar que é de 20 pra cima fácil. A média é essa e é pesadinho no final das contas.

    10 reais tava de bom tamanho levando em consideração que os shoppings monopolizaram as salas, salas nem sempre ideais (principalmente som que tem umas que jogam no talo e suspeito se tem alguma equalização as vezes), cartaz limitado em muitas cidades fora do eixo RIO-SP e não podemos ter a opção de ir a um cinema onde possamos estacionar na rua mesmo, sem ter que subir 30 escadas, trocentas vitrines até chegar à bilheteria.

    Segue lista dos preços em vários paises. Só perdemos pra Africa do Sul na lista em porcentagem e pagamos o mesmo q um americano em NY.
    http://3.bp.blogspot.com/-3H1P4F36Z9A/UgRFdWueKyI/AAAAAAAAWjs/jS2CIMY1epg/s1600/tabela-de-comparacao-de-precos-de-ingressos-de-cinema-1327014891914_560x400.jpg

    Sobre Netflix, eu curto mas é na real uma locadora na nuvem com catálogo alugado dos estúdios por tempo determinado. Acho bacana eles fazerem series próprias e reviverem algumas canceladas, o preço mais acessível (realista no mínimo) tmb é legal. Mas acho que é como o Abner já comentou certa vez, o futuro será por demanda e aguardo ansioso por isso e por quem fará isso. Alias sonho em ver um Pay After View em cinema pq tem filme o pessoal merece o dobro do valor do ingresso mas tem uns que nem um terço. Mas é sonho, não tenho sido tão otimista ultimamente 🙁 quem sabe

    • Fala Riba!

      Então, acho que mencionei que não acho caro o ingresso em si para assistir o filme, claro que eu pago meia e com certeza isso faz diferença, mas pelo menos aqui em Campinas existem diversas opções e serviços agregados pra pagar meia-entrada, como operadora de celular, conta bancária etc.
      Concordo com você que como eu disse no ep “a brincadeira sai cara” juntando estacionamento, jantar, gasolina, ai sim o preço de Ir Ao Cinema sai caro, apenas defendi o valor apenas do Ingresso de uma sessão pra assistir a obra.

      Valeu pelo comentário, abraço! ;))

      • Riba

        Claro, mas os 20 conto não são pela obra em si, tem todo sistema custeado ai. O valor isolado da obra quanto seria? Se levarmos em consideração o serviço prestado em muitos lugares que nem sempre é dos melhores (incluso nos 20), mas o fato do cinema ser no shopping que tem influência no valor (um monopólio ferrado q impede a concorrência). Não posso acreditar que estou pagando os mesmos 10 dólares pelo mesmo serviço em um cinema em NY. E lá eles também reclamam do preço quanto passa dos 15 a 20 dólares. E pra eles 15 a 20 dólares não são o mesmo que 30 a 40 reais pra gente no dia a dia.

        Eu saquei q concorda com toda a brincadeira sair caro, mas não acho justo pagar 20 (as vezes 25 q no caso mtas vezes é a 2 = R$50) por um filme que sei que uma parte da grana está indo para uma rede que não melhora o som da sala, atendentes sem vontade de trabalhar… Estou sendo bem específico em um local, mas isso acontece em vários cinemas, questões como cópias dó dubladas e 3D, etc etc. Eu incluo nos 20 reais o servi não só a obra.

        A pergunta é, será que não daria para termos cinemas a preços melhores, fora dos shoppings, com lançamentos mais variados? O modelo que está ai, poucos donos está correto? Há alternativas onde o cliente possa pagar menos ou ter um serviço melhor?

        • Vocês que manjam, quando eu compro o ingresso, aparece um valor em centavos com o nome de alguma coisa parecida com ‘direito autoral’… Não seria apenas isso que vai pro autor e o resto é do cinema?

          • Riba

            Mano acho que são milhões e milhões (mais de 20 com certeza) que o ECAD papa pq não acho que eles saibam exatamente quais as músicas que são exibidas em cada filme. Não vejo lógica se provavelmente a produtora já paga ao autor da música para usar a música em um filme que será exibido de X e X forma. E não imagino que os autores das músicas consigam ter contato com o ECAD para resgatar a quantia “arrecadada”.

          • Riba

            Mas não trabalho nem tenho ligação com eles. Só tô falando o que tenho lido por ai. Gostaria muito de saber do ECAD se o dinheiro vai mesmo para os autores das músicas e dos autores se eles já recebem de quem produz e distribui.

          • Riba

            Fui a uma fonte mais segura agora:

            “A legislação brasileira baseia-se em uma lei de 4 de maio de 1896 (quando nem havia cinema sonoro)… O produtor no cinema sonoro remunera um compositor para criar a música do filme, pagando a interpretação aos músicos. Tecnicamente o produtor pagou pelo direto de inserção e também quitou os de reprodução. Não é assim que as sociedades arrecadadoras que representam os autores e músicos entendem…. Dizem que o produtor pagou a inserção e as salas de cinema devem pagar as reprodução….”

            Nos EUA em 1945 a justiça de lá determinou que não existe direitos de reprodução para músicas em filmes caso o autor tenha autorizado o direito de inserção. Tem briga legal rolando mas a justiça brasileira não decidiu nada. Enquanto isso, o ECAD leva 2,5% da renda bruta da bilheteria.

            A lei americana de isenção não vale aqui, ai quem paga é a sala de cinema (ou seja nós pq vem no valor do ingresso)

            Fonte: FILM BUSSINES – O Negócio do Cinema – Ed. Campus

            • Valeu pela info, Riba!

              Cara, que absurdo, lei de 1800…. Esse é o nosso país…

              • O Brasil tem um código comercial de comércio marítimo com 456 artigos do ano de 1850! Que valem até hoje!

  • Vamo ouvir mais um NB aqui neh….e baixar também hehehe

  • Olha aí…. Depois de muito tempo os marujos resolveram cumprir a promessa… Tava ouvindo ainda hoje o Express: ” 3ª Guerra Mundial Cibernética” onde eles prometeram que gravariam sobre esse assunto. Muito bem, vamos ver a que conclusões chegaram nesse episódio. Espero que não digam que pegar arquivos emprestado da internet seja pecado… Senão vou me sentir muito culpado rsrs
    Vamo lá…. é ouvir e aprender mais um pouco…

  • YAN FELIPE

    vc viram isso??

    informegospel.com.br/?p=15961

    https://www.facebook.com/mudesuamente/posts/563231310412956

    vcs podiam fazer um pode so sobre crendisses gospeis, como o do alo diabo (coca-cola) e esse monte decoisas q crente inveta pra vangloriar o capiroto kkkk

  • Sobre uma das epístolas: o cristão escolhe a Cristo, mesmo os calvinistas. Afinal, se não fosse assim, no famoso TULIP, o que significaria “Graça Irresistível”? Ora, se é irresistível é porque Deus se apresenta a nós de maneira irresistível, isto é, ele (o Criador) se “oferece” a nós (a criatura) de um jeito tão intenso que nós (a criatura) não temos outra coisa a fazer senão optar por esta coisa tão irresistível!
    É tipo alguém oferecer água para nós depois de 10 dias no deserto sem beber nada.
    Como eu sempre digo, não vai ter ninguém no céu que estará lá contra a sua vontade, do tipo “Deus, que raios estou fazendo aqui? Eu não queria isso para mim!”

  • Eu estou vendo “Breaking Bad” no Netflix, desde o primeiro episódio e estou esperando eles liberarem o fim.

  • YAN FELIPE

    e eu achando q ia ficar com fama de desesperado, ate ouvir os extras do luna chorando por namorada

    e falem para a tatiane carneiro

    – How you doing? (igual ao Joey Tribbiani do Friends) kkkkkkk

  • E aí manos, muito legal o podcast. Achei que o Davi Luna que vcs chamaram pra participar foi muito parcial, quando se fala de cinema deve-se pisar em ovos, mas quando se fala de música devemos baixar a vontade… Bom foi essa impressão que tive desse podcast. Gostei muito e minha opinião é que se vc comprou, tem o direito de compartilhar com quem vc quiser, quanto a música eu indico o App OiRdio, que pra mim é sensacional, pois tem todas as músicas que ouço, coloco nos meus gadgets e ouço quando eu quero, por apenas R$16,90, é tipo um netflix da música, só quem com muito mais ofertas de lançamentos. Já mudei meu app principal do iphone por esse, pq não dá pra gastar 11$ toda vez na itunes store não, sem chance.

    Bom galera podcast muito bom, valeu e continuem com o excelente trabalho!
    Abraços!

  • Fala Galera, muito bom o episódio, a discussão foi muito legal e em um ótimo nível! Seguem algumas coisas que fui pensando e lembrando enquanto escutava o cast. Se preparem que vai ser longo… 🙂

    A demora para upload de vídeos no YouTube também se dá pelo fato de que eles são processados pelo servidor deles, para serem codificados em diferentes formatos e resoluções. Então é como se o vídeo fosse renderizado novamente em vários formatos, daí a demora. Isso possibilita que o vídeo seja exibido na resolução adequada à conexão utilizada por quem acessa o vídeo. Além disso, como o Matheus falou, há o algoritmo que verifica o conteúdo de áudio e vídeo utilizado nos vídeos, que funciona de forma semelhante à ideia de verificação de impressão digital, o que é relativamente simples, uma vez que seja definido como essa impressão ou assinatura é extraída de um arquivo de áudio ou vídeo. Pelo que sei, quem posta conteúdo original frequentemente no YouTube pode se registrar para participar do programa de ‘Content ID’, que justamente habilita que o seu conteúdo entre nessa base de “impressões digitais” que são checadas.

    Essa questão de quem é o dono do conteúdo e a tendência de tudo ser oferecido como serviço (inclusive software, mas essa é uma outra longa conversa) gera discussões interessantes mesmo. Um fato interessante acontecido em 2009 com a Amazon foi a (irônica) remoção do livro 1984, de George Orwell, cuja história fala do governo que apagava todas as notícias que deixavam o “Grande Irmão” em maus lençóis (http://www.nytimes.com/2009/07/18/technology/companies/18amazon.html?_r=0). Foi alegado que a empresa que tinha adicionado o e-book não tinha direitos para o livro, mas pegou bem mal na época.

    Uma coisa que me preocupa um pouco, em minha vertente que ainda tenta acreditar no direito à privacidade, é que esta tendência de tudo ser online também facilita que se ‘aprenda’ muito mais sobre os nossos hábitos. O próprio Netflix usa bastante isso. Tudo é registrado, desde o play que você dá, à pausa que você dá para ir ao banheiro, a ordem em que você assiste aos programas, os programas que você para de assistir no meio, etc. Este tipo de informação pode ser utilizado para vários fins, benéficos ou maléficos… 🙂 É por esta razão, por exemplo, que eles bancaram House of Cards sem um programa piloto, como normalmente acontece com canais tradicionais. Baseado nas informações que eles tinham coletado dos usuários, eles já sabiam que seria sucesso, não foi um risco. 🙂 Dois artigos interessantes sobre o assunto: http://www.washingtonpost.com/blogs/the-switch/wp/2013/09/04/how-netflix-could-use-big-data-to-make-twice-as-much-money-off-you/ e http://www.salon.com/2013/02/01/how_netflix_is_turning_viewers_into_puppets/

    Esse esquema de patentes é bronca mesmo, tem gerado os chamados Patent Trolls, que registram uma patente não para desenvolver algum produto, mas para embolsar alguma $$ de quem infringir a patente. Sobre o TiVo, posso estar enganado, mas pelo que me lembro dos amigos que moram na gringa, a grande vantagem dele é que não está atrelado a um pacote específico de TV a Cabo, você teoricamente poderia utilizar Sky, Net, etc… A Alemanha é bem complicada mesmo, lembro que quando estive lá, não conseguia assistir a vários vídeos no YouTube, por conta da questão de direitos autorais. Muita coisa é bloqueada lá por precaução. No hotel que fiquei, para usar a wi-fi eu tinha que concordar com um termo de uso, para que eles não fossem prejudicados caso eu cometesse algum ato de pirataria.

    A ideia do código do livro permitir o acesso ao e-book é boa, mas isso provavelmente levaria à necessidade de algum tipo de procedimento (ou algoritmo) para gerar este código. Se há um algoritmo que gera códigos, dá para se descobrir como ele funciona, uma vez que se tenha acesso a uma quantidade razoável de códigos válidos gerados. Ou seja, rapidamente poderíamos ter ‘geradores de serial numbers’ para livros digitais (qualquer semelhança com software é mera coincidência!). Claro que há maneiras de tentar contornar este problema, mas aí se esbarra no problema do mercado ser bem pequeno, conforme mencionado.

    Creio que os músicos em geral não fazem o mesmo que o Radiohead pelo fato das gravadoras também fornecerem uma grande plataforma de publicidade, jabá das rádios, etc. Para quem ainda não tem o porte de um Radiohead, às vezes fica mais difícil seguir essa rota. Mas não é impossível. Um outro exemplo interessante é o artista cristão Derek Webb, que acabou de lançar um disco novo que pode ser comprado em diversos formatos, cada um com seu preço e brindes associados (camisas, cd físico, canecas, etc). Ele está fazendo um esquema semelhante de pague quanto quiser, mas para o show dele. Tem dois preços fixos, cada um com vantagens associadas, mas há a possibilidade de você definir o seu preço: http://derekwebb.ticketleap.com/ 🙂

    Não entendi o trabalho que dá para baixar torrent, Pedro, a gente pode inclusive usar feeds RSS para baixar automaticamente… 🙂 Recentemente rolaram umas confusões aqui em Recife sobre cobrança de ECAD em baile de formatura e casamentos, é uma palhaçada mesmo esse esquemão. Mas, se o ECAD é uma piada, esse CCLI não chega nem a ser engraçado, dá pena mesmo da inversão de valores. Sobre a questão de levantar dinheiro, cobrar pelas coisas e o custo associado a escutar um podcast, o Freakonomics Radio Podcast recentemente fez um programa interessante, vale a pena conferir também: http://freakonomics.com/2013/10/10/how-to-raise-money-without-killing-a-kitten-a-new-freakonomics-radio-podcast/

    Davi, por um lado entendo a questão de levar para o lado pessoal. Por exemplo, eu tenho mais dificuldade em piratear software do que outros tipos de conteúdo. E assim, você pode até justificar o preço, racionalizando todo o custo etc… Mas barato não é, sinceramente. Principalmente para quem não é solteiro! 😀 Sei que você isolou o custo agregado de ir ao cinema, mas não podemos deixar de colocar isso na conta. Por exemplo, a maioria dos cinemas hoje em dia está localizada em shoppings, isso já gera um custo adicional. E finalmente, o que você fez de tão ruim que a sua própria família não te empresta o cartão internacional para você fazer uma compra? Tava de castigo? 😀 Falando sério, acho que é tranquilo você pedir no banco para seu cartão se tornar internacional, lembro que quando era universitário (aliás, ainda sou, de certa forma), eu consegui que meu cartão fosse internacional. Com um limite ridículo, mas internacional. 😀

    Um abraço galera, até a próxima.

  • Jaqueline Lima

    Esse pod tá bom demais!
    Curti bastante!
    Quero ler os comentários mas agora tô Não Li & Nem Lerei HAHA

    Só uma coisa: vocês esqueceram do Blu-ray! Na muita gente por aqui tem aparelho ou um ps3 e o preço dessa parada no Brasil é um ABSURDO de caro se comparado com o valor pago em outro lugares.
    DVD, realmente na Americanas tem aos baldes, mas lançamentos e blu-rays ainda são coisas bem carinhas por aqui.

    Baixo séries a rodo porque gosto de acompanhar no tempo certo ou elas nem passam aqui. Nesse caso, me enquadro no caso de vocês: deixo a TV ligada pra dar uma moralzinha haha

    Gosto de comprar coisa de artistas novos/que estão começando. A maior parte das minhas últimas aquisições foram feitas pela itunes. E eu ando tão envolvida com pods que tenho a mesma biblioteca xinfrim de músicas há anos haha sem contar as perdas de hd…

    Enfim, eu acho que vocês abordaram o assunto de uma forma sensacional, totalmente diferente dos pods sobre o assunto que existem por aí. Tem umas coisas que eu concordei/discordei mas, deixa pra lááá! Tem bastante coisa pra todo mundo ler por aqui já haha.
    Até queria ter sido chamada, mas quando for alguma futilidade eu serei convidada u.u (não depois dessa! hahaha) HAHAH

    Beijos, meninos!

  • Leonardo Henrique

    Paz do Senhor meus amados irmãos.
    Esse pod foi muito revelador pra mim, aprendi muitas coisas sobre esse universo das mídias. Eu acho uma safadeza cobrar um absurdo por DVD original, o governo pensa que agente caga dinheiro, eles colocam impostos pra tudo, daqui a pouco agente vai ter que paga imposto por paga imposto. Não sou a favor da pirataria, mas ela se tornou o meio mais acessível aos que não tem condições. E sobre esse povo do mundo gospel que diz que a musica foi escrita por revelação de Deus, mas que impedir o povo de canta na igreja só tenho uma coisa a dizer ” Vá se ferra “, como pode isso.

  • thiago Martins

    vcs falaram muito o termo “Valor agregado” nesse pod…seria alguma campanha publicitária do Rei dos Camarotes?

  • Marujos, nesse podcast o Abner me representa. Eu baixo mesmo os filmes e série. Netflix, é o novo sessão da tarde, sou assinante, mas só pra ver coisa antiga, e assistir 24h, que não consegui baixar legenda decente.

    achei muito engraçado, ok,. não muito, mas no mínimo estranho, o Pedro e o Luna meio que falando a favor da pirataria em alguns momentos, quando baixam músicas e jogos, respectivamente, e em outros casos, sendo “moralistas” (coloquei entre aspas, perceberam?), penso que se vc baixa uma música ou um jogo, pirateia tanto quanto eu que baixo séries e filmes, somos iguais no quesito pirataria caseira. Baixo sem peso algum na consciência, até pq ela tá cauterizada nesse sentido.

    Cinemas são caros, podiam ser mais baratos, bluray mesmo, só compro em promoção.

    Pirataria só acho feio quando o camarada ganha dinheiro com ela, como esses dias vi um vendendo séries no facebook, como era crente, já chamei no inbox.

    abraços e parabéns pelo episódio.

    ps – se foi o Thiago que editou, vacilou em usar BG cantado, isso atrapalha a conversa, que deve ser a protagonista do podcast, não o BG. Se foi outro marujo, dá nada, acontece.

  • Ramon Gomes

    Assim, como os tripulantes do no barquinho e acho interessaste os meios alternativos para adquirir conteúdos por meio da Internet. Eu acho um abuso cobrarem R$ 50 por um livro digital que custa o mesmo preço do livro impresso, eles estão agregando um preço 0 e 1 que não existe. Também penso que essa maneira alternativa de adquirir os conteúdos possa ser uma forma de protesto contra os abusos de altos impostos e preços

  • Ramon Gomes

    O Thiago me passou o livro o peregrino em epub, terminei de ler, agora vou escutar o podcast sobre o livro #fechadocomocruzeiro

  • Tatyane Costa

    Podcast muito bom, embora eu acredite que não tem nada a ver você ter o “direito” de baixar uma série só porque já assina TV por assinatura. rsrs

    Já eu, sou 100% pirata. Sou mais pirata que o Thiago hahaha. Baixo tudo: Séries, filmes, músicas, craqueio (se é que essa palavra existe) softwares, meu Xbox, comprado depois de muita economia, também é destravado.
    Antes de descobrir o Torrent e começar a usá-lo na internet do serviço (que é bem melhor que a minha) eu só comprava filme no camelô. Já cheguei a pagar R$1,00 em cada DVD com uma boa qualidade de vídeo e arte de capa perfeita!

    Faço downloads com a consciência tranquila porque sei que no final alguém está ganhando e NÃO sou eu!

    O mundo é capitalista e somos cada vez mais individualistas. Acreditamos que comprando as coisas, aquilo será nosso. Mas não. É ilusão… Tudo é do governo! Compra um carro e experimenta não pagar as contas: é tchau carro! rsrs Nada é nosso nesse mundo.

    Não podemos esquecer que, a maioria da população brasileira é pobre. Não dá pra comparar o estilo de vida brasileiro com o estilo de vida americano, muito menos embasar nossas leis em leis americanas. É ridículo! E a quantia arrecada pelo imposto é outra coisa ridícula! O Brasileiro não tem condições financeiras de comprar coisas originais.

    Então, “piratear é vida”! E sim, sou mão fechada! hahaha

  • Desde que comecei a ouvir podcasts a uns meses atrás eu nunca mais baixei uma música, só podcasts! Minha pirataria se resume a sériados

  • Fabiano Souza

    Fala galera, blz ? Gostaria de saber o q a bíblia diz a respeito da pirataria ? Acho q vcs não mencionaram isso. Curto muito o trabalho de vcs, q Deus abençoe a todos q fazem desse podcast nossa alegria…..rs

  • Eu estou com a galera ai que baixa filmes e séries via torrent hehehehe.
    Compro alguns cds e dvds originais, mas isso é muito raro de acontecer, já livros compro bastante, mas ainda sim baixo uma versão em PDF dele na net pra deixar no celular pra ler quando não estou em casa. como ja tenho o original em casa me sinto no direito de consumidor legal ter minha copia no meu smartphone.
    No mais, muito bom episódio e que bons ventos leve essa embarcação cada vez mais longe
    Abraços piratas dessa tripulação cheia de conhecimento hehehe

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  • Welber Martins

    Perdoa-me Salomão mas já tô com saudade dos bons tempos

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