#NB35 – Bíblia Freestyle

No Barquinho abril 14, 2013 73

Fala, discípulo!

PedroThiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem mais uma vez No Barquinho, juntamente com Alexandre Milhoranza e Maurício Machado, do BTCast, para falar desta bíblia que tem gerado polêmica dentro e fora da internet!

Conheça melhor o projeto Bíblia Freestyle, saiba a diferença entre tradução e paráfrase bíblica, e discuta conosco as nuances das releituras, palavras torpes e tudo o que envolve as traduções e interpretações da bíblia!

Arte SENSACIONAL do Daniel Sas

Se quiser baixar a arte deste podcast como papel de parede, clique aqui!

Tempo:   86 min

Link comentado nas epístolas:

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  • Giovana Berbert

    Discípula desocupada?
    Pela primeira vez? É isso produção?

    • Sim! Parabéns, discípula desocupada!

      • O link para a Bíblia Freestyle está incorreto nesta página. Faltou o http e por isso não está indo.

  • Povo muito legal o pod! Continuo tendo a minha opinião que o projeto não é bom ( opinião pessoal ) porém ouvindo mais sobre o assunto, entendo o foco e possíveis motivos dos excessos, fiquei tao feliz com o pode que vou escrever um post sobre isso ! Claro que não vou postar o link do meu blog para não fazer jaba, mas gostei de ver o outro lado da moeda do projeto! Nao muda minha opinião, mas mensinou a ver as coisas de todos os ângulos possíveis. Abraços marujos!

  • Falei, falei, falei e acabei não dando a minha palavra final sobre o projeto no pod.
    Pois então, ao contrário dos demais, eu não recomendo. Só não falei no pod porque iam me fazer andar pela prancha, kkk
    De qualquer forma, tivemos um bom e prazeroso bate-papo.

    Abração marujos 🙂

    • Mano, seu ponto de vista enriqueceu DEMAIS esse podcast, valeuzaço!

      • Názaro de Brito

        O problema é que ficou meio injusto pro Mac né Matheus?! Ficou 4 contra 1, quase uma pun%$&#!!!! IH RAPÁ, EU SOU CONTRA A BFS!!!!

  • A intenção foi justamente essa Felipe. Gosto pessoal é gosto pessoal, e não se discute.

    Que bom que pudemos apresentar outras vertentes de pensamento.

    O legal; também é que podemos ter opiniões diferentes, e no mesmo grupo de amigos e continuar amigos.

    Isso prova que independente das opiniões é possível sim manter a amizade e respeito. Eu recomendo a leitura, já o Mac, não. Mas isso não impede que continuemos amigos, embora tenhamos opiniões diferentes sobre o assunto.

    Creio que isso seja uma valiosa lição de tolerência e respeito em um mundo onde aquele que tem opinião contrária merece ser execrado.

    Foi SENSACIONAL poder participar deste bate-papo.

  • Os batistas vão pro céu. Os presbiterianos já estão lá HAHAHAHA

  • Jesner

    Não vou mentir, comecei a ouvir o podcast com pré-conceitos referente à “bíblia Freestyle”, porém estava disposto a ouvir todos os argumentos a favor ou contra e ponderar racionalmente tudo. Infelizmente (ou felizmente) minha opinião continua a mesma, pois os argumentos a favor não me convenceram, apenas afirmaram o que eu já pensava.

    Continuo achando o projeto desnecessário para o cristianismo, com muitos exageros e não recomendo. Claro que não posso negar o projeto apenas com um simples comentário aqui, existem muitos argumentos bíblicos e filosóficos para isso, mas acho que muita coisa já foi dita no podcast e os ouvintes (assim como eu) já podem tirar suas próprias conclusões. Gostei dos pontos colocados pelo Mac e Matheus…espero ouvir mais assuntos assim por aqui! Abraço

  • Juliana Camargo

    Eu acho relevante o que foi colocado no pod. O povo não deve julgar o Ariovaldo Jr, mas sim o projeto. E se alguém não concorda não é obrigado a fazer a leitura deste, ou ainda utiliza-lo.
    Eu nasci num berço evangélico, e por questões de cultura eu não falo palavrão, nunca falei e acho que não falarei #PPP total. Talvez se eu estivesse em outro contexto cultural, a verdade fosse outra…
    Entre outras questões, não gosto deste projeto do Ari. Não quer dizer que eu deva julga-lo ou que outros projetos não sejam bons.

    (ouvindo ainda…)

  • Gostaria de pontuar algumas críticas ao que foi falado no Podcast sobre a Bíblia Freestyle (BFS). Vocês falaram sobre palavrões mas não analisaram nenhum à luz do contexto. Isto é um equívoco similar ao que os defensores da teologia da prosperidade fazem para justificar seu ponto de vista. Tomem cuidado. Quando o José Saramago xingou em uma de suas publicações, foi aplaudido. Mas parece que eu como cristão estou impedido de ser capaz de utilizar palavras propositalmente com fins linguísticos e sem me corromper com o uso. Aliás, não falo palavrões no meu dia a dia. Não defendo o uso de expressões fortes no nosso cotidiano. Mas também não concordo que estamos debaixo dessa ditadura do politicamente correto.

    A palavra “putaria” em Marcos não está estranha. O texto aborda homens questionando a quem uma determinada mulher pertenceria (ou seja, faria sexo) no céu se ela em vida foi casada legitimamente com 7 homens diferentes. Podemos ser puritanos o quanto quisermos, mas “bagunça” não possui o mesmo poder da expressão “putaria”. Nós crentes não falamos isto, mas no mundo real, onde eu vivo tentando repartir a verdade do Evangelho, esta é uma expressão muito clara.

    Surpreendentemente este projeto está sim alcançando centenas de pessoas que nunca tiveram contato com as Escrituras. Recebo emails diariamente que endossam este fato. Os crentes estão acessando porque não respeitam seus limites pessoais com relação à cultura. Se a Aline Barros saísse na Playboy, acha mesmo que os evangélicos não iriam dar uma espiadinha? Pois é exatamente o mesmo caso. Acredito que a Bíblia Freestyle é a coisa certa que está sendo lida pelas pessoas erradas. E ainda que eu colocasse um link apontando para a Disney, acredite: o povo iria clicar em NÃO SOU CRENTE pra continuar lendo o material.

    Quanto ao argumento do “escândalo”, gostaria de defender que este apontamento está incorreto. Biblicamente escândalo não é “confusão”, mas aquilo que derruba o outro da fé. Jesus armou um carnaval com o chicote no Templo, mas isso não derrubou ninguém da fé (e portanto não foi escândalo). Igualmente a BFS não faz nenhum crente ser menos crente. Pelo contrário. Ela faz com que pessoas que nunca tiveram contato com a Palavra de Deus tenham curiosidade para ler uma tradução real e conferirem se de fato não estou inventando nada no texto que produzi.

    Um outro ponto que critico é o fato de eu mesmo não ter sido ouvido para defender os “porquês” de cada coisa que foi inserida na BFS. Estou sendo “julgado” (mesmo que o julgamento de vocês seja bem coerente e respeitoso) sem direito a defesa prévia. Não sou o Marco Feliciano ou o Silas Malafaia, que se recusaria a prestar esclarecimentos ou dar entrevistas pra esclarecer qualquer dúvida.

    Tenho recebido ajuda de pessoas que dominam o grego e o hebraico. E apoio de pessoas respeitadíssimas no meio acadêmico cristão (mas que não podem ter seu nome associado ao projeto por motivos óbvios). Por isso estou sem medo de “freestylizar” tanto o Apocalipse quanto Cantares. Apocalipse ainda estou estudando como irei fazer por causa da cronologia (que é um problema sério). Mas prometo a vocês que Cantares será uma mistura de Emanuelle + Contos Eróticos + Sabrina + Revista Contigo. Podem aguardar! hahaha

    De qualquer maneira, não estou escrevendo isto pedindo direito de resposta e nem nada, até porque até eu concordo com a análise de vocês na maioria dos casos (HAHAHAHA É SÉRIO!). Mas gostaria de deixar explícito que ainda não fui entrevistado por ninguém que realmente quis ouvir os porquês do trabalho. A TV dá mídia, mas corta e edita as entrevistas conforme seus interesses.

    Valeu galera, Deus abençoe!

    • Ari, por causa de respostas nesse nível é que respeito seu trabalho e seu ministério. Como disse no podcast, apesar de não concordar com alguns termos usados, apoio o projeto e oro pra que ele alcance o maior número possível de pessoas. No Reino é assim mesmo, né? A gente não concorda mas convive numa boa.

      Agora, se comparar a Silas Malafaia é demais! Hahahaha…

      • É verdade hahaha… Eu deveria ter me comparado com alguém mais ético, tipo o Inri Cristo 😀

  • Názaro de Brito

    Esse é um projeto sem relevância nenhuma pro evangelho. Falar que vai levar pros crackudos textos que apresentam os “heróis da fé” se utilizando de palavras que nem não cristãos se utilizam na frente de um crente?! Isso não faz sentido.

    Não sou teólogo, mas o texto utilizado de Ezequiel, como exemplo, não era um narrador contando um fato? Seria importante um teólogo explicar por aqui este capítulo sob a perspectiva narrativa-narrador, se é que eu posso dizer assim…

    Quanto ao realizador do projeto, parabéns! Você vai ganhar muita fama quiça uma grana! Mas devo dizer, se o objetivo era propagar o reino, na minha opinião de merda, espero que o #PPP deixe passar isso, porque é o que é, acho que não será alcançado, por outro lado, se for mercadológico, no sentido amplo da palavra, tirou 10!

    Quero deixar claro que eu não sei nada de bíblia, a minha teologia é nula e nem igreja eu tenho… poderia inclusive ser classificado como uma jumenta, mas estamos todos aí pra tomar pedradas, inclusive preparemo-nos para as que clamam!

    • Acho que a resposta do Milho foi pra você Názaro. HEHE

  • Diante do que você expôs, te pergunto: você já sentou e conversou alguma vez com prostitutas, travestis e nóias? Já trocou ideias com esses caras, já abordado por traficantes e tentou expôr a fé cristã para eles? Se sim, continaremos nosso papo. Caso contrário, este assunto com você termina aqui.

    Continuando…não, Názaro, em Ezequiel não era um narrador, mas era o próprio Ezequiel, isso tem sido constatado pela crítica textual e histórica. Mais informações sobre Ezequiel estão no meu blog, caso se interesse por um estudo mais sério e aprofundado sobre o tema.

    Em tempo: os textos sobre a “mula” e as “pedras que clamam” foram usadas totalmente fora do contexto, e, portanto, não aplicam a essa discussão.

    • Názaro de Brito

      Alexandre, acho que o Barquinho errou não chamando o autor pra explicar o projeto, sinceramente não entendi essa postura deles já que parece que o autor está interessado em apresentar sua ideia.
      Vlw pela questão de Ezequiel, vou lá no teu blog conferir. Quanto ao “jumenta” e “pedras que clamam” foi usado tão fora de contexto quanto o texto de Ezequiel usado pra ratificar a BFS, como disse, não sou teólogo e nem adianta vir querer criticar a “minha” teologia, pq eu sou de fato uma mula, então isso não me afeta. Os “termos teológicos” foram em tom sarcástico, pelo que li na BFS, tá cheio disso lá.
      O ponto que eu quero clarificar aqui é que, na minha, como já dito, fecal, opinião, essa obra não tem relevância para a propagação do evangelho já que (sim, eu já troquei ideia com traficantes, prostitutas e nóias, faltam travecos pro meu CV) eu já vi drogados serem libertos por uma evangelização sem a necessidade de dizer que Jesus xinga, parece impossível, mas isso acontece; e digo mais, por mais incrível que pareça eles são seres humanos e tem a mesma capacidade mental que nós temos para o entendimento das diversas temáticas da vida (“as prima” então…).
      ————————————————————————————————————————————————
      O meu ponto fundamental é que eu tenho 28 anos de estrada, eu sei que um “vai tomar no $%” ou um “Put@ qu$ &@$!%” não vai me levar pro inferno muito menos, não usá-los vai me levar pro céu, mas me assusta acharmos que um cara dependente químico ou uma prostituta ao ler a BFS vai achar restaurador tanto quanto vc achou ao ler a novidade bíblica pela primeira vez; pra mim, a BFS é uma representação textual de que o fim não justifica os meios.

      • Então tá certo Názaro. Isso só prova, como eu disse, que a BFS não para você, só isso.

        O Sas colocou m uito bem, e eu também mencionei no programa que o Ari apenas escreveu da maneira como já falamos atualmente (estou excetuando os palavrões). Só isso.

        O resto é questão de opinião apenas.

        No fim das contas o grande lance é o seguinte: você confessou Jesus como seu SENHOR e SALVADOR? Se sim, eu também. E se o Ari também fez isso, vamos estar todos juntos PRO TODA A ETERNIDADE, gostando ou não da Bíblia Free Style, aprovando ou não sua leitura.

        PS: o capslock foi para enfatizar, não para ofender ou dar impressão de que estou gritando, blz? É que não dá para colcoar bold ou sublinhado nos coments 🙂

        PS2: essa continua nos coments enche mesmo o saco! HAHAHAHAHAHAHA

      • Ih, agora eu quero ver! Hahahahaha… Milho x Naza! Só não vale chute nas [#PPP on] partes baixar [#PPP off].

        Názaro, o Matheus explicou, em resposta a um comentário lá em irmãos.com, o nosso intuito com esse episódio: queríamos mostrar visões diferentes sobre o tema e não fazer uma entrevista com o autor. Inclusive, mais aí pra cima (nos comentários) o Ari mandou muito bem num comentário que fez esclarecendo um monte de coisas.

        Mas vale a discussão que, até aqui, tem sido de alto nível!

        • Thiago, eu amo muito o Názaro para brigar com ele por isso.

          • Názaro de Brito

            Cara, se ir pro céu depende d’eu dizer que também te amo, iremos pro inferno eu e o autor da #BFS de mãos dadas!!!

            • Ainda bem que não depende disso, né?! Mas da fé em Jesus. 🙂

              • Názaro de Brito

                LOL LOL

      • Názaro, parei pra analisar esse lance de os fins não justificam os meios… Sempre achei essa frase meio dúbia, e explico o porquê: Será que não vale fazermos algumas coisas que julgaríamos “erradas” ou “fora dos nossos princípios” pra alcançarmos um bem maior? Imagine um pastor que tem que contrabandear bíblias (ou seja, fazer algo fora da lei) pra promover a Palavra pra uma galera que NÃO PODE lê-la. Estaria ele então fazendo algo errado (aos olhos da sociedade), pra fazer algo bom (na visão cristã). Penso que a BFS segue o mesmo caminho. O tio Ari tá dando a cara pra tomar muita porrada, pra atingir um público muito específico (seja ele a galera drogada/prostituída, ou até mesmo a molecada que não consegue ler uma bíblia padrão, seja pela linguagem travadaça, ou por desinteresse), e levar a Palavra, ou uma noção dela, pra essa gente. Eu, diferente de vc, acho que sim, alguns fins justificam os meios. Ressalto que ALGUNS fins.

        • Názaro de Brito

          Daniel, vc achou a frese dúbia pq ela é dúbia. Na verdade o certo (ou o errado?) ela deveria dizer que sim, os fins justificam os meios, o que é bem maquiavélico (depois da uma olhada no Príncipe). Voltando à questão, acho q esse teu pensamento também poderia ser utilizado pra música bandida ou pras pregações salafrárias q nego tem feito por aí, tipo, “se é pra alcançar almas, vamos fazer de qualquer jeito!”
          Não acho q deve ser feito assim, inflar a igreja pra quê? Não seria melhor deixar o ES agir na vida das pessoas? Dar uma “ajudinha” pra ele pegando o texto bíblico e transformando em linguagem de funk que eu ouço aqui no Rio? Tenho minhas dúvidas Sas…

          • Pois é cara, pensando nisso que disse que isso só vale para alguns fins! E tenho medo de uma coisa: De ser esmadago aqui pela caixa de comentário! Quanto mais nos respondemos, mais apertado fica! GWHAHAHA! Mas é isso aí cara, é uma discussão meio complicada, que sempre tem de ter o contexto analisado. Mas de qualquer forma, entendo o teu ponto.

  • Lourival Neves

    Baixandooo!!!!!!

  • Aiaiai… Sabem. Me dói de verdade essas pessoas que “vivem” o evangelho, mas nunca tiveram de viver o mundo de verdade. Não faz o menor sentido essa guerrinha de que “é útil ou não é útil” para o evangelho. Eu, quando leio a Bíblia, imagino as cenas ali narradas muito igual ao que o Ariovaldo expõe na BFS. A única diferença é que ele escreve isso, e eu, entretanto, apenas imagino. Sério mesmo que falar putaria, ou inserir alguns palavrões afetam tanto a mensagem ali? Por acaso as palavras ali são mais importantes do que a mensagem inteira? Então partindo desse princípio, assim que um “crente” está conversando com alguém “mundano” e esse alguém solta um palavrão, o “crente” vira as costas e para de falar com ele?
    Isso não faz sentido algum… A BFS é sim uma ferramente. É útil sim pra aqueles que a usam. Se você que tá lendo isso não concorda, ou não a utiliza, é simplesmente pq ela não é da tua realidade. Apenas isso.
    Que saco. Povo mimimizento do caramba!
    Ps.: Quanto q é 2 + sete? Essas contas me irritam!!! GWHAHAHA!

    • Esse Sas… Todo pós moderninho!

      Mano, algo que chamamos atenção no episódio, lembro-me que levantado pelo Mac foi com relação a chamar atenção das pessoas pelas palavras de baixo calão, fazendo com em alguns momentos a mensagem seja colocada em segundo plano. Só isso. Como disse no podcast, mesmo com alguns exageiros, acho a #BFS muito útil para o que se propõe.

  • Bryan Nickson

    Muito bom o podcast e bastante polemico também. Acho bacana a ideia do Ariovaldo Jr e do seu amigo (que agora eu esqueci o nome) em adaptar a bíblia para um nova linguagem, porem concordo com o Mac, que algumas coisas estão um pouco exageradas. A unica coisa que realmente me incomodou muito foi o fato de usar redes sócias no textos (como em João 1). Eu não passaria essa bíblia a diante, mas como o Milhoranza esclareceu, pode haver contextos que ela seja bem empregada.

  • Ahoy marujos!

    Tema mamílico dessa quinzena! Essa polêmica me fez recordar de um quebra pau da época da universidade: gramática normativa X gramática funcional.

    Os ouvintes do No Barquinho são pessoas inteligentes, e por isso entendem que o processo comunicativo necessita de uma ferramenta linguistica dominada por locutor e interlocutor. Uma conversa entre um brasileiro e um esquimó, ambos dominando apenas o idioma nativo, corre sérios riscos de dar mer… digo, de não acontecer a reciprocidade linguistica.

    Voltando às gramáticas. A normativa ensina a forma culta de falar o português, #ModoPasqualleOn. A gramática funcional, por outro lado, alega que nem todos possuem capacidade de decifrar os signos linguisticos da normativa, causando problemas no processo comunicativo. Para os gramáticos funcionais, a norma deve ceder lugar à praticidade, mesmo que, para isso, “erros gramaticais” ocorram.

    A BFS é somente uma forma de abrir diálogo com pessoas que realmente não se comunicam bem com a gramática normativa presente nas traduções bíblicas usadas em nossas igrejas. E, para mim, que considero imperativo que as pessoas conheçam a VERDADE revelada na escritura, esse é um processo válido.

    Claro que poderiam maneirar em algumas palavras ^__^

    Abraços, e parabéns pela iniciativa.

  • Daniel Cazé

    Rapaz, eu concordo com o ponto de vista do autor da BFS. Mas também tenho que dizer que não aprovo 100% das palavras utilizadas. Bom, eu não tenho que aprovar nada, né?!?!?

    Então, vou continuar esse comentário apenas para dizer: Pessoas muito doidas na vida (Ex: Rodolfo Abrantes) pelo que sei se converteram ao evangelho em igrejas pentecostais ao extremo e ultra tradicionais.

    Escutei o Rodolfo falar em uma pregação na igreja em que congrego que no inicio da conversão dele, ele ia pra vigilia, monte e via os irmaos no misterior de Deus…

    Tem pessoas proximas de onde eu moro, que mataram, traficaram, se drogaram e entregaram o coração pra Jesus em igrejas pentecostais radicais…

    Esse comentario não tenta invalidar o trabalho da BFS (Que até gosto), mas lembrar que a obra é do Espirito, e por mais dificil de ler que seja a biblia almeida, e por mais que os preletores de rua, que gritam em esquinas: se converta ou voce vai para o inferno… por mais que tu isso exista, o mover, o transformar é do Espirito…

    Então, se a BFS está sendo instrumento para Deus transformar pessoas. Glória a Deus.

    Assim como um sacerdote (acho que foi Gamaliel) defendeu os apostolos dizendo : Se a doutrina deles for Deus, ninguem vai poder calar…
    A gente também deve levar em consideração a BFS…

    Se você concorda, e é Cristão: Ore pelo Autor, para que seja guiado por Deus

    Se voce não concorda e é Cristão: Ore pelo Autor, para que seja guiado por Deus

    Se voce não é cristão: Peço a Deus que fale com você, e não busque nos homens as suas respostas.

    • Daniel Cazé

      Obs: Não adianta tabular o texto e tentar arrumar, quando a gente postar, sai tudo desformatado mesmo… =( #FIKDIK pro programador aê…

  • João Henrique

    Muito bom o pod e o Pedro é o genro que toda sogra sonha. Quando era solteiro devia fazer sucesso com as tiazinhas da igreja que queriam apresentar suas filhas, netas e sobrinhas prum rapaz tão educadinho..kkkk Pena que as meninas nunca curtem esse tipo né não?. Abs.

    • Cara, minha esposa não tem reclamado não… 😉

  • GWHAHAHHA! Prêmio Marcos Feliciano não me representa pro João Henrique acima hein!!! GWHAHAHAH! Brinks maninho!

  • Pessoas, sou ouvinte relativamente nova do podcast e, primeiramente, gostaria de parabenizar vocês pelo conteúdo e pela qualidade do trabalho.

    Quanto ao tema desta edição, quero dizer que sou uma defensora da BFS. Vibrei muito quando comecei a ler o site do projeto. Acho que o Ariovaldo foi corajoso ao idealizar e pôr em prática algo que certamente deixaria (como de fato deixou) muita gente contrariada. A BFS é válida, simplesmente porque coloca os ensinamentos de Jesus num contexto real. Infelizmente a realidade não é como gostaríamos e, ouso dizer, a realidade não é o que, muitas vezes, encontramos dentro da igreja (ou, melhor dizendo, de algumas igrejas), que gostam de ficar botando “panos quentes” em assuntos espinhosos. Muitos jovens que frequentam encontros aos finais de semana infelizmente não são o que seus líderes gostariam que fossem. Sabem, me entristece mais gente que finge ser o que não é do que uma paráfrase bíblica que “ofende” seus leitores, embora eu ache que a BFS não ofenda ninguém, honestamente. Me entristece mais um pastor que use Ferreira de Almeida para estorquir, manipular e usar a verdade ao seu bel-prazer do que um líder que pregue o evangelho verdadeiro utilizando um texto pouco convencional. Em suma, a forma da Bíblia Freestyle é controversa? Pode ser. Mas o conteúdo é sem falsificações. Não é a própria Bíblia que diz que “a letra mata, mas o Espírito vivifica”? Será que o Espírito Santo se recusaria a falar com alguém que estivesse lendo a Freestyle? Creio que não. Sei que muitos vão discordar de mim; mas, na minha opinião, o que importa não é o uso ou a condenação de certas expressões linguísticas; o que importam não são as palavras literais, mas o “espírito da palavra”. E disso a Freestyle não fugiu.

    • Oi, Laís!

      Obrigado pelo comentário e pelos elogios. Seja bem vinda à bordo!

      Bom, sobre o seu comentário, eu concordo principalmente quando você diz que o conteúdo é sem falsificações. Disso, como o próprio Milho disse no podcast, tenho certeza do cuidado que teve o Ari.

      Volte sempre pra participar das discussões e não esquece de trazer mais gente pro nosso convés!

      Beijos!

  • Názaro de Brito

    Outra, achei teu blog muito maneiro cara, vou fazer umas visitas lá. Só quero discordar de mais um pontinho: acho q a BFS é pra mim sim, como disse, eu sei o q é a graça. Devemos nos preocupar com os não conhecedores das boas novas.

    • Valeu mano! Fico feliz que tenha gostado. Pode usar o material lá a vontade! 🙂

  • Názaro de Brito

    Quero deixar registrado que esse é o pior site que existe pra se comentar!!! Essas contas são malditas!!!

    • É pra comprovar que a nossa audiência é qualificada!
      Não é o seu caso. Hahahahaha!

    • Concordo com o Názaro! Essas contas são horríveis!!! Isso pq melhoraram… Pq antes as contas eram piores ainda! Num rola instalar o plugin do Disqus, Matheus?

  • Deixa eu comentar aqui só pra saber como é a sensação de esmagamento…

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  • Lucas Teles

    Sou professor, como a maioria sabe e sei muito bem como é adequar a linguagem para atingir o público alvo.
    Quando dou aula para alunos com baixa escolaridade (projetos sociais) procuro usar palavras e métodos de ensino que se adequem a realidade da turma. No momento que estou dando aulas para curso técnico, pressupõe-se que o nível intelectual é maior (nem sempre acontece), por isso procuro utilizar palavras que estão na realidade deles. Quando dou aula para os jovens da igreja utilizo figuras de linguagens que estão de acordo com o cotidiano jovem, enquanto quando dou aula na EBD para igreja toda, procuro sempre me policiar a utilizar palavras próprias para o momento.
    Odeio o “joãoferreirismo” que as pessoas utilizam na igreja (acho que o Matheus que citou isso). Acontece uma dor enorme do ouvido quando ouço: “Vamos estar cantando…” ou “varão” ou “fiquemos de pé”. Ahh, é uma chatice. Parece que para dar uma impressão de mais crentes. Só pode!
    Sobre a BFS, sou a favor do uso direcionado e orientado, como um comentário bíblico. Acho que essa é a intenção do Ariovaldo. Só fico preocupado com algum “escândalo” que possa causar! Mas eu me divirto muito lendo os textos!
    Portanto, acredito que a linguagem tem fundamental interferência para que a mensagem seja passada corretamente. Espero que o Ariovaldo atinja sucesso absoluto na sua empreitada.

    • Cara, se o nome da parada fosse “Roteiros para Teatro Gospel”, ninguém ia falar nada. Porque na verdade o que o Ari faz é isso, pegar um texto e criar um roteiro em cima.

      É o velho legalismo, não pode usar o termo “Bíblia”, pois implica uma “santidade” no que é escrito…

      • Como eu disse no episódio, o que me deixou tranquilo é que o Ari teve muito cuidado em manter o sentido original do texto.

  • Alexander Stahlhoefer

    uito bom o pod e o Milho foi SENSACIONAL hehehehehe

    Achei o projeto do Ari uma excelente ideia, porém pecou no quesito título. Se tivesse dado qualquer outro nome teria fugido da polêmica. Mesmo sabendo da dureza de muitos txts bíblicos acho muito relativista a ideia de q palavrão é figura de linguagem. A língua se faz pelo uso porém não vejo como necessário fazer uso de termos cuja origem é corrompida pra se fazer entendido. A linguagem revela quem está falando inclusive seus preconceitos. Veja aorigem do termo nortear. É definido com base de q o norte é o padrão de direção (Europa). A palavra denegrir significa tornar negro. Seria isso algo ruim? Ou é herança racista? Judear é tratar alguém como judeu, outro termo racista.
    Pode ser puritanismo meu, mas palavrão diz muito e diz mal. Por isso não serve pra formação de pessoas autônomas.

    • Clap, clap, clap! Bom demais seu comentário, Alex.

    • Simone Machado

      Alex…mestre nas palavras, concordo totalmente com você! Conseguiste expressar o que eu gostaria de dizer só que com muito mais piedade..rsrs

  • Luciano Coelho Alves

    Bom dia! Bom dia! retomando e retornado aos podcasts…

    Baixar e ouvir… depois comentar… (nesta ordem)…

  • Lourival Neves

    cara este Pod foi show.Mas digo que ainda vem mais coisas pela frente…..kkkk
    Entender tal responsabilidade com o texto sagrado é imprescindível.torná-lo conhecido é necessário ,mas nunca desprendê-lo do seu real “significado”.Tornar o texto mais Compreensível é louvável…..
    Um Abraço ao Ariovaldo !

  • Jaqueline Lima

    Eu só tenho uma coisa a dizer: se não tivesse palavrão, não ia ter tanto auê.

  • Pessoal do NoBarquinho, há alguns problemas com os comentários feitos pelo Sr. Alexandre, pois não é correto, os manuscritos mais antigos, realmente são os Alexandrinos, mas não quer dizer que sejam os melhores, eles apenas foram preservados porque não eram usados pela Igreja primitiva, não era replicados, os manuscritos mais antigos, eram os de Aleph e só existe um. já os manuscritos de onde vem a bíblia ACF, a King James no Inglês, são baseados em manuscritos replicados milhares de vezes.

    Vejam o texto mencionado de Ezequiel 23 na ACF.

    20
    E enamorou-se dos seus amantes, cuja carne é como a de jumentos, e cujo fluxo é como o de cavalos.
    21
    Assim trouxeste à memória a perversidade da tua mocidade, quando os do Egito apalpavam os teus seios, por causa dos peitos da tua mocidade.
    22
    Por isso, ó Aolibá, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu suscitarei contra ti os teus amantes, dos quais se tinha apartado a tua alma, e os trarei contra ti de toda a parte em derredor.

    Caso queiram assistir um vídeo interessante que explica isso. Recomendo:

    • Outra coisa, imagina se o Texto Original fosse o Alexandrino? Mc16 terminaria no verso 5, dá pra perceber que não termina ali, fora que tem ainda as cartas dos Pais da Igreja, mais antigas que o Texto Alexandrino e que citam versos inteiros, de acordo com o Receptus.
      Além do que DEUS garantiu que preservaria sua palavra, então, ou se tem fé nisso ou vive sem saber qual é a pura palavra de DEUS.

      Tu as guardarás, SENHOR; desta geração as livrarás para sempre.” (Sl 12:6-7 LTT). “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.” (Mt 5:18 ACF). “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mt 24:35 ACF). Acrescente a esses versículos Sal 33:11; 100:5; 105:8-10; 111:7,8; 117:2; 119:89, 152, 160; Isa 40:8; e 1Tim 6:14.

    • Todos os manuscritos foram replicados Wagner. Uns mais pelas igrejas ocidentais, outros pelas igreja orientais.

      Lembre-se de que a doutrina da inspiração bíblica está nos autógrafos e não nas cópias ou traduções destes manuscritos.

      E concordo com você quanto à fidelidade de Deus em preservar sua Palavra. Mas Deus não disse que preservaria um manuscrito específico. Por isso, creio que, para um entendimento mais correto e coerente da Palavra, devemos examinar TODOS os manuscritos disponíveis e continuar trabalhando para a melhor tradução a partir desses manuscritos e não ficarmos restritos a apenas um deles.

      Um grande abraço e valeu pelas informações extras que com certeza enriqueceram nosso debate aqui. 🙂

      • Sim Alexandre, por isso mesmo que os manuscritos que tem pouquíssimas copias devem ser descartados, como também a origem deles, diz muita coisa, como esse achado em Alexandria.
        Se acharmos que não temos uma tradução fiel, teremos nas mãos uma tradução que põe dúvida sobre a palavra de DEUS, dizendo que nos melhores manuscritos tal parte não existe, é muito louco isso, além do que consideram melhores porque são mais velhos, isso também não é verdadeiro.

        Dê uma lida nesse link.

        http://www.biblias.com.br/naoomitas.asp

  • Fala, rapaziada! Passando aqui pra parabenizá-los pelo o episódio. O tema foi muito pertinente e esclarecedor pra quem ainda não conhecia a BF. Como eu já havido dito no Twitter, ficou SENSACIONAL (e não sensacionalista…hehe)
    Não li todos os cometários acima porque são muitos e eu tô com preguiça, então pode ser que eu só esteja repetido o que já disseram. No mais, já que tá todo mundo reclamando, como diria uma música do Raul Seixas: “eu também vou reclamar” …hahaha (Nota de esclarecimento: não sou fã do Raul Seixas).
    Bem antes de vcs gravarem esse podcast eu tinha pensando em escrever um texto sobre a BF e quais as minhas impressões sobre ela. Mas depois que vi alguém sugerindo vcs gravarem sobre o tema acabei desistindo da ideia. Vou aproveitar o espaço aqui pra dizer o que penso a respeito. Confesso que quando fiquei sabendo da BF pela redes sociais e li alguns trechos dela, a minha reação foi de revolta, pois a primeira impressão que tive foi de que estavam fazendo da Palavra uma “piada”. Eu observei que o projeto estava sendo desenvolvido pelo Ariovaldo Jr, e pelo pouco que conheço dele, por ouvir ele falar em outros podcasts e tudo mais,sei que, apesar de usar métodos nada convencionais, ele tem uma teologia sóbria e alinhada com o verdadeiro Evangelho. Então comecei a investigar e procurar saber um pouco mais sobre esse iniciativa de “traduzir” a Bíblia pra uma linguagem bem coloquial. Fui até o site, li sobre os envolvidos e qual era objetivo deles com esse trabalho. Embora eu tenha minhas discordâncias, entendi perfeitamente a proposta dos caras. Assim como eu, creio que a maioria teve essa primeira impressão e ao lerem alguns trechos da BF acharam um desrespeito as Sagradas Escrituras. O texto que eu ia escrever sobre o tema era no sentido de falar para essas pessoas que não curtiram o projeto, que não ficassem só naquela primeira impressão, que procurassem pelo menos saber mais a fundo quem são os envolvidos e qual o real objetivo e motivação dos caras. Creio que em casos como esse, devemos sempre buscar mais informações e investigar melhor sempre que surge algo novo,e que nos desagrada por sair do convencional. Como eu disse antes, por eu ter procurado me iterar do assunto, entendi perfeitamente o projeto deles. Porém, creio que o colossal erro foi colocar a palavra “Bíblia” junto ao nome do projeto. O problema é que a palavra “Bíblia” já traz em si todo um conceito de sagrado,e sabemos que dentro da nossa cultura cristã com o sagrado não se brinca. Olhando por esta perspectiva, esse detalhe ao meu ver é uma grande falha, pois ao mesmo tempo que se quer inserir a Palavra num contexto cultural (da irreverência da linguagem coloquial) desrespeita outro contexto cultural (da reverência às Sagradas Escrituras). Por isso penso que se não tivessem colocado “Bíblia” já teriam eliminado uns 55% de toda essa discussão. Uma discussão nesse sentido que estamos fazendo aqui é sempre boa, ajuda a amadurecer ideias, a expandir os horizontes, a pensar fora da caixa e tudo mais. Mas nesse caso em específico, eu fico pensando: olha quanta energia dispendida, olha quanto tempo gasto, olha quanto desentendimento por causa de algo que poderia ser evitado. Os outros 40% dos problemas e das discussões geradas é por causa dos palavrões utilizados. Penso ser algo totalmente desnecessário e creio que palavras menos agressivas poderiam ser usadas e teriam o mesmo efeito sem que fossem ofensivas. Ao invés de usar put@r#a, por exemplo, poderia se usar a palavra “baixaria” ou algo do gênero que faria o mesmo efeito e não seria tão agressivo. Mesmo que se diga que uma palavra de baixo calão tem outro significado, ou não tem um significado tão ofensivo para o público alvo da BF, acredito que é necessário mostrar a essas pessoas que elas podem fazer a diferença também pelo seu modo de falar, de modo que transmita graça aos que ouvem. Sei que o Ariovaldo Jr. é um cara sério e que tem um grande amor pelos perdidos. Ele procura alcançar àqueles que os cristãos de boutique não querem nem chegar perto pra não se contaminarem. Por todo esse trabalho que ele desenvolve, por ser um sujeito honesto e servo de Cristo, espero que ele tenha humildade o suficiente pra ouvir as críticas e admitir que está exagerando em alguns pontos, e com isso procure adaptar sua abordagem de modo que evite causar tanta discussão que poderia ser evitada com uma simples amenização nos termos mais agressivos que ele tem utilizado na BF. Não é o caso de querer agradar todo mundo, pois de um jeito ou de outro sempre haverão os haters e os críticos (esse são os outros 5% restantes), mas procurar desenvolver algo que não tire o foco do que realmente importa, pois acho que já temos confusão o suficiente no meio cristão.

    Abraço a todos!

  • Ramon Gomes

    E aí marujos? Bão ou não?
    Eu somente li a BFS só porque tinha palavrões,…. brincadeira. Mas falando sério, eu gostei bastante da forma em que foi escrita, ela é bem contemporânea e de fácil entendimento.
    Com toda certeza ela não foi escrita para qualquer pessoa. Porém dizer que ela é do Capiroto é errado.
    Espero uma versão impressa para presentear algumas pessoas.
    Abraço a todos

  • LUCIANA SANTOS

    PO
    LE
    MI
    CA!
    Just this!

  • Luciano Coelho Alves

    Desconhecia este estilo se é que pode ser considerado estilo.
    Nunca li e se o fizer será apenas por curiosidade pois não me atrai esse “descolamento” das origens e tradições, prefiro ficar ancorado do que navegar ao sabor das ondas (aliás, ondas passam).
    Enfim, parabéns pelo episódio.

    Forte abraço aos confrários.

  • sobre a Biblia Free Style li alguns textos ,não me incomodei com a linguagem ,mas por exemplo “deixar maria discretamente” podia ser “se separar” ,sei la alguns vezes como o texto,da Biblia ficou confuso,como um pensamento, o texto de 1ª João ficou prolixo igual meu comentário hehe

  • A BF tem seus pontos positivos e seus pontos negativos.
    É uma releitura que não é para ser usada na igreja, em um culto de domingo a noite, mas sim para evangelizar aquelas pessoas que vivem no meio dessa linguagem, pois assim estará falando a linguagem dela.
    Ainda não li nenhum capítulo, mas começarei e aí terei uma opinião melhor.

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