#NB34 – Modinha USA

No Barquinho março 30, 2013 47

Fala, discípulo!

PedroThiago e Matheus, diretamente do Mar da Galileia, se reúnem mais uma vez No Barquinho, juntamente com Abner Melanias (Achando Graça) e Názaro Brito para discutir a influência da cultura USA estadunidense (e não americana, nem norte-americana!) no cotidiano, e até que ponto isso faz parte de um status quo, se são modinhas passageiras ou realmente vieram pra ficar!

Tempo:   86 min

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  • Antonio Junior

    Primeirão!?

  • victor vieira

    first???? dícipulo desocupado denovo????????? q massa.

    • Dessa vez o Antônio Junior foi quem levou aqui nos comentários,Victor!

  • Segundo! \o/
    Vale um jabá pro MassaCrente! hahah
    Assim que puder eu ouvirei!

  • Luciano Coelho Alves

    Sabadão nada pra fazer, então vamos melhorar isso ouvindo um podcast!!!

  • Názaro de Brito

    A minha foto era pra ser engraçada?

  • Názaro de Brito

    2+2+2=8!!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Olá marujos!

    O episódio está muito engraçado, mas venho nesse comentário refutar um argumento fálico do Matheus.

    Na minha opinião não faria diferença se o Brasil fosse colonizado por qualquer outra nação europeia.

    A diferença de nosa colonização com a dos EUA é o extratrivismo. QUALQUER nação europeia levaria todas as nossas riquezas como os portugueses.

    Poderíamos ter outro idioma e/ou cultura, mas difissilmente seríamos mais desenvolvidos como colônia.

    Abraços!

    • Názaro de Brito

      Cara, “argumento fálico” é fantástico!!! É realmente a cara do Matheus!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Eu responderia isso à altura, mas não passou no #PPP.

    • AHUAHUAHAU “argumento fálico”… só vc mesmo AlexFábio

  • Lourival Neves

    Baixando!!!

  • Lourival Neves

    Este Pod 34 deveria ser Chamar UFC :Matheus X Abner. A luta do Século..Está luta foi de “Peso”.Matheus o Xenófilo e Abner o Patriota. KKKKK!!! .Este pod foi pra concorrer com BTcast,acho que teve até nariz sangrando. kkkkkkk..Quanto audio Post vou mandar mesmo com uma qualidade baixa,só ´para não ouvir o seja melhor do Mathues…..kkkkkkk

    • ‘magina Lourival, nem foi isso tudo não. A edição do Thiago me prejudicou. Muitas coisas foram cortadas.
      Quem sabe um dia, os porões da ditadura NB sejam abertos e episódios completos venham à tona, hein?!? heheheheh

      • Lourival Neves

        rerererere!!Imagine se colocasse tudo!!kkkk!

  • Rafael Rabelo

    To contigo Mateus…NFL não é modinha, pelo menos pra nós que acompanhamos o esporte a bastante tempo. Que culpa temos se o povo se interessou só agora por esse grande esporte de estrategia e habilidade?

    • É disso que to falando!!

    • Vou fazer um “mea culpa” aqui… o problema não são vcs que já estão nessa há um tempo, são os “novinhos”…ahhahah

  • Lourival Neves

    Vcs ficaram moles nesta confraria..Neste Pod o Pedro Mencionou Gorila polar em vez de Macaco friorentoo….kkkkk!!!!

  • Lourival Neves

    Abner “O Brunete”,Ops,Brunete não Grumete!!!!kkkkkk

    • Imagina meu susto qdo o Pedro anunciou isso… achei que era um tipo de xingamento, quer dizer, até agora tô achando…ahuahua

  • Tharcisio Nardoto

    essa é para o Matheus Soares…rs
    realmente é uma lenda que a bíblia de Jerusalém é uma tradução da tradução, mas é mentira isso, pois hoje temos acesso aos originais, então um trabalho amplo como o da biblia de Jerusalem com muitos trabalhos arqueológicos nunca traduziriam do Latim, quando eu estudo eles apenas mencionam algumas partes da vulgata apenas para comparação, as eu tenho uma biblia em hebraico e isso é muito facil de ter hoje em dia…
    o que pode ter algum problema é que ela é tradução do francês, mas como o francês é uma lingua latina é muito parecida com o português então não tem tanto problema assim, até o Ed René Kivitz usa ela para estudo…
    enfim se puderem comprem ela para estudar a biblia que vale muito apena…

  • Dos participantes desse episódio, só o Matheus já esteve nos EUA?

    Bem, eu estive e tenho de discordar bastante dele.

    O que o Matheus falou sobre honestidade, por exemplo, o Paulinho e a Adri estão aí para discordar (é só ouvir o episódio sobre viagens)… Mas, enfim. Ter a liberdade de deixar algo na rua realmente existe por lá, na maior parte dos lugares, e não existe aqui – na maior parte dos lugares também. Mas isso não é necessariamente uma cultura. Pode ser apenas a forma como os habitantes do lugar estão condicionados a agir. Explico.

    Se você trata as pessoas pressupondo que elas seguirão as regras impostas (ou fazendo-as acreditar que você confia na honestidade delas), o mais natural deve ser que elas realmente as sigam. É por isso que normalmente regras de eventos da juventude da igreja nunca são seguidas. Porque a gente já pressupõe que os adolescentes vão desobedecer. Outro exemplo: quando você tem criança em casa, o certo não é sair escondendo tudo que ela possa quebrar. O certo é deixar lá aquele vaso bonito e fazê-la entender que você está esperando que ela não toque nele. Se você precisar tirar tudo da frente dela, ela irá perceber que você já espera a transgressão e vai transgredir com muito mais frequência.

    Existem várias teorias em Criminologia que poderiam cair bem aqui quanto à população estadunidense ser ou não mais honesta que a brasileira. Uma diz que a desordem leva ao crime. Um ambiente sujo, desorganizado, favorece o comportamento criminoso. Já repararam que conjuntos habitacionais do governo só funcionam nos primeiros meses? As casas estão novinhas, tudo arrumadinho e talz. A população que mora lá é pobre, não tem tantos recursos… Mas ainda assim tudo parece provar que lá é um lugar seguro. Deixe passar o tempo. Deixe as casas perderem a cor, ficarem com a pintura manchada da chuva. Deixe que as ruas juntem lixo. Você pode quase apostar que ali vai virar área de crime.

    O que posso dizer é que se tem uma coisa em que os EUA é superior ao Brasil é que eles aprenderam, muito melhor do que nós, como controlar a população. Eles são muito mais “gado” que os brasileiros. Quando o povo perde muito da sua capacidade de revolta, a conclusão não deve ser de que está tudo bem, mas sim de que estão quase todos alienados.

    Eles até hoje pensam que são o país democrático por excelência, o que é ridículo. O mundo está cheio de democracias tão ou mais estáveis que a democracia dos EUA. A liberdade que eles tanto fazem o povo acreditar que deve lutar em favor é na verdade uma liberdade de mercado: é o Estado interferindo o mínimo possível na economia – ou, ao menos, não interferindo quando a economia não quer que ele interfira. Nisso não é o povo quem sai ganhando, mas são os grandes complexos empresariais e os interesses por trás deles.

    Ter um sistema de saúde público lá, por exemplo, é algo inaceitável. Para nós, é quase absurdo pensar que alguém não acha que o Estado seja obrigado a prestar assistência médica.

    A gente tem essa mania de pensar que lá é tudo muito lindo, mas a verdade é que a maioria da população não ganha bem e estão quase todos afogados em dívidas. Dívidas de um financiamento de uma casa, por exemplo, mas também dívidas da escravidão consumista a que eles são submetidos.

    E quanto às coisas serem mais baratas, o Pedro já falou: mão-de-obra barata. Semi-escrava, eu diria. O Matheus disse que mesmo nas lojas populares a qualidade das coisas é melhor que as das lojas populares brasileiras. Verdade isso. Mas você deu uma olhada nas etiquetas? É Índia, Indonésia, China, Tailândia… Nesses lugares é fácil produzir algo de qualidade razoável por um preço também razoável. Mesmo outros produtos. É TUDO da China. É assustador. Aqui quando a gente fala “ah, é da China” é sinônimo de coisa de baixa qualidade. Lá é sinônimo de quase tudo que eles usam. Tanto é assim que eles fazem a maior propaganda quando algo é produzido por lá mesmo.

    No fim das contas, comparar é difícil. Eles têm uma origem muito diferente da nossa. Eles se tornaram exploradores. Nós fomos explorados. Eles construíram um Estado Liberal, nós temos tendências ao Estado Social.

    Enfim, nós somos COOL, eles são BREGAS. Brasil rules! \o/

    Muito bom o episódio, galera!

    • Valeu pela EXCELENTE contribuição com esse comentário, Glória. 🙂

      Mas me permita discordar de você também! hehe

      Não acho que o povo de lá é mais “gado” do que aqui. Por exemplo, a questão dos preços, porque as coisas são tão caras aqui e lá são mais baratas, por um lado é óbvio que temos uma carga tributária muito mais alta, mas por outro lado estamos acondicionados a pagar o que nos impõe. Lá, quando algo tem uma elevação de preço abusiva o povo boicota, inclusive mobilizando outros – sei disso porque conheço pessoas que moram e moraram lá. Como dissemos no pod, eles não pagam 60 dólares numa camisa Polo, se tem uma de qualidade equivalente por 20. Eles ligam muito menos pra marcas do que nós! Os produtos da Apple não são tão populares por lá apenas por causa da grife (óbvio que também), mas porque os preços são competitivos no mercado. Um iPhone 5 subsidiado pela operadora num plano básico sai por 199 dólares! Eles sabem que se lançarem o iPhone 6 a 299 dólares o povo NÃO COMPRA.

      Sim, existe a política de propagação do “American Way of Life”, existe o controle político, mas AQUI também existe. E será que não é pior o controle exercido por aqui? Os governos que são eleitos em troca de uma “bolsa família”? A péssima educação de base que temos aqui torna muito mais fácil o controle.

      Por essas e outras, acho que eles tem muitos pontos num estágio MUITO mais avançado que o nosso.

      Quem sabe no futuro não tratamos esse assunto num podcast sério abordando esses conceitos. 🙂

    • Achei genial o comentário da Glória. E torço pra que num cast futuro a esse respeito ela participe. Seria uma debate muito interessante!

  • Vinicius Sirvinskas

    Olá, sou fã do podcast e já ouvi quase todos. Gosto de como vcs alternam temas descontraídos com temas edificantes. Nesse episódio achei que as rivalidades acabaram se sobressaindo mais do que o tema, que poderia ter sido mais explorado.

    Sou fã de música e fã incondicional de esporte e nem por isso um gosto inviabiliza o outro.

    O esporte é a industria que mais movimenta dinheiro no mundo, gera em torno de 1 trilhão de dólares ao ano e exibe um dos maiores percentuais de crescimento entre os principais setores da economia.
    O nome que se dá a esse fenômeno não é ”moda” (e muito menos modinha!) e sim PAIXÃO!

    Abs, e continuem nos entretendo e edificando com os pods.

    • Valeu Vinicius!

      Sabe que eu acho bom não termos explorado todo o tema no podcast, porque no futuro podemos gravar uma continuação dele, que tal? 🙂

  • Faaaala, gurizadis!!

    Manos, muito bom o cast. Parabéns em especial pela atuação do Abner.
    Naturalmente o papo pendeu em alguns momentos para a questão da patrioticidade (existe essa palavra?! O corretor ortográfico está sinalizando aqui que não! haha wathever ;- olha uma modinha aí…usar termos em inglês. Bem, retomando…De tudo que foi falado, creio que nós ainda carregamos vestígios tupiniquim de inferioridade que vem lá da época do “descobrimento” do Brasil. Explico-lhes… Quando os portugueses chegaram aqui, mostraram algumas quinquilharias para os índios (como espelhos, por exemplo) e eles, os índios, ficaram encantados com as novidades e se tornaram de fácil manipulação… ou seja, nós te damos uns espelhos e uma bugigangas aqui, e vocês nos dão seu ouro, suas florestas,suas terras etc. Assim, tudo que vem de fora parece superior e não nos damos conta das riquezas que temos nas mãos. Acho que viajei, né?! Eu só quis fazer um comentário que parecesse inteligente… Falhei miseravelmente 😀 😀 😀
    Eu queria mais alguns pontos, mas meu horário de almoço acabou e vou ter que deixar pra próxima.

    Abraço, manolos!

  • Lucas Teles

    Modinha e não-modinha – vocês não definiram exatamente a diferença entre uma e outra coisa. Consideram o GOSTO por um esporte que a maioria, como eu, não tinha acesso uma modinha; e consideram o GOSTO musical não-modinha. Faltou coerência em algumas falar do Abner e do Pedro.
    Quando o acesso a um determinado produto ou serviço aumenta, temos que observar todos os fatores que levaram a isso. Em alguns casos pode ser modinha mesmo. Mas o trabalho de marketing envolvido para divulgação deve ser exaltado.
    O Thiago dizendo que assiste NFL por modinha é lamentável. Mas essa é a opinião dele. Eu assisti jogos da NFL até as 3 da manhã e com minha esposa do lado. É modinha?
    Gostaria de perguntar se quem assistia todos domingos às corridas de F1 para ver o SENNA fazia parte de uma modinha? Claro que não. O acesso a F1 no Brasil continua o mesmo o que mudou foi a motivação.
    Mas o pod foi muito bom!

    • Lucas, o que disse é que o futebol americano (no caso) acaba sendo “modinha” porque não há um amplo acesso da população. Os poucos que tem acesso, via TV a cabo ou internet, podem, sim, passar a gostar do conteúdo. O que critico é justamente a atitude de pessoas como o Sr. Ibrahim, que passa a “gostar” porque todo mundo está gostando, pra fazer parte da patota, sem ter um interesse genuíno no assunto.
      Diferente do futebol, a música tem um acesso quase que universal. Modinha, nesse caso, é gostar de LELEKLEKLEK agora, assim como gostava de “Gangnam Style” ano passado e “Ai Se Eu Te Pego” em meados de 2011. Lógico que estou usando exemplos extremos, mas quantas pessoas você conhece que conhecem alguma música do Maroon 5, por exemplo, além de “Sunday Morning” e “Moves Like Jagger”? Ir além das paradas da Billboard, é sim, ter gosto musical; gostar dos Top 100, muitas vezes, é modinha.
      Quem assistia F1 SÓ pra ver o Senna, sim, fazia parte da modinha. Porque é cool falar do Senna. Quem acompanhava Gustavo Kuerten no tênis também aderiu a uma modinha. Quem acompanha tênis hoje? Só quem realmente gosta… No caso da Moda USA, lembre da NBA, que também já foi febre por aqui um tempo… Quem continua bradando a sete mares que não perde um jogo da liga? Mas isso acontece hoje com a NFL… 😉

      • Lucas Teles

        Maninho, o quando eu critico as falas de vocês é no sentido que quando uma pessoa GOSTA de alguma coisa, independente da modinha (que é passageira) ela vai continuar gostando da coisa. Sou fã de F1 e do SENNA. Mesmo após sua morte, continuo acompanhando e delirando com as corridas (algumas até chatas). As pessoas que hoje não acompanham F1 não gostavam de F1 e sim do Ayrton Senna, mas não significa que foi modinha.
        Modinha como você disse é LELEKLEKLEK explodir e depois cair no esquecimento. Isso não porque as pessoas deixaram de gostar e simplesmente porque nunca gostaram. Apenas utilizaram essa música e dança horríveis para aparecer ou fazer parte de algo. O mesmo lance é o Harlem Shake, Gangnan Style. Isso é modinha. Quem gosta de Sinatra, Elvis, Legião, jazz, soul, reggae sempre vai gostar independente disso estar na modinha ou não.

        • Concordo contigo. Gosto não se discute. Se eu gosto, eu gosto e ponto.
          Vou dar um exemplo BEM PEDANTE. Eu uso o iOS desde a versão 2.2, num iPod touch 2ª geração. Hoje, vejo muita (MUITA) gente com iPhone, que não sabe o mínimo, só pra mostrar que tem/pode ter. Eu uso porque GOSTO, apesar de passar a impressão que faço parte da modinha. O que vai demonstrar se eu gosto MESMO ou não, é só o tempo mesmo…
          Teve a moda de LOST. A maioria começou a acompanhar, como eu, quando passou a 1ª temporada na Rede Globo (a 2ª estava sendo transmitida nos EUA). Os que entraram na modinha acompanharam, no máximo, até a 3ª ou 4ª temporada. Os fortes aguentaram (e sofreram!) até o fim da 6ª!
          A F1 teve seu tempo de modinha. Não quer dizer que F1 É MODINHA. Mas teve seu tempo de modinha, assim como todo o resto…
          A questão é que grande parte do que vem dos EUA, e que são bem diferentes da nossa cultura, são usados por estes carinhas descolados na forma de MODINHA para mostrar que são gente diferenciada…

          E quem diria que um podcast “descontraído” geraria tanta discussão! 😀

  • Názaro de Brito

    A questão da modinha é tentar se encaixar nos diversos grupos, por exemplo, o Thiago começou a assistir NFL só pro Matheus gostar dele, sabemos que o objetivo não foi atingido.

  • Názaro de Brito

    O @thiagoibrahim fala mal de modinha mas só ouve bandinha de marca… #AberCROMBIE #Poser

  • Steh

    Nossa, acho que esse foi o podcast em que o Pedro mais falou: “Meu Deus” ! kkkkkkkkkk toda hora ele soltava um porque os ânimos ficaram exaltados…rs

    Eu acho meio difícil alguém não se render a alguma modinha norte americana mesmo. parece que se torna quase automático e se você não tem pelo menos um conhecimento superficial do negócio acaba sendo taxado de desinformado ou coisa parecida. Digo isso especialmente no meu ramo profissional, por exemplo, que são as confecções/marketing. Tipo, alguém chega e mostra um vídeo, uma campanha de marcas internacionais e, por conta de que as pessoas “compram” muito do que vem de fora, você tem a tendência de buscar algo na mesma linha para dar certo, fazer sucesso, vender e sobreviver ao que o mercado quer hoje.

    Gostei do pod! Parabéns novamente e que Deus continue trazendo muita criatividade pra vocês!

    • Názaro de Brito

      É isso aí Steh! E isso inclusive tem nome: Darwinismo social. São as ideias de Darwin aplicadas nas relações sociais, é a “lei do mais forte”. Como os EUA tem um mercado muito mais forte que o nosso é totalmente natural que ele se sobreponha ao nosso, ou seja, me soa muito natural vc aqui no Brasil ter de fazer um marketing baseado no americano. isso não é só uma questão de globalização, é também pq eles são muito mais forte que nós nos quesitos consumo e produção.

      • Steh

        Oi Názaro, só vi o seu comentário agora, mas muito interessante sobre o que você disse do Darwinismo Social!
        Nunca havia pensado por esse lado! rs

  • Preciso comentar pra derrubar o que o Matheus disse sobre a honestidade imaculada do povo estadunidense.

    Há alguns anos fizeram uma experiência lá nos EUA. Pegaram dois carros idênticos de um modelo bacana da época e colocaram os dois na rua, trancados, um no Brooklyn e outro numa cidade chique da Califórnia.

    Voltaram na semana seguinte pra ver os carros. O do Brooklyn estava arrombado e depenado, roubaram tudo o que podiam dele. O da Califórnia estava intacto. Então eles tiveram a ideia de quebrar uma das janela do carro da Califórnia e o deixarem lá.

    Voltaram uma semana depois e o carro da Califórnia estava arrombado e depenado. Roubaram tudo o que puderam, assim como os moradores do Brooklyn.

    Tirem suas conclusões.

    • Eu não disse que lá não existem assaltos. Mas em grande parte a taxa de criminalidade é baixíssima. Aqui mesmo no interior de SP é perigoso.

    • Názaro de Brito

      Jean, dos EUA eu realmente não sei pq nunca estive lá, mas já passei uma temporada na Espanha e uma vez conversando com uns amigos em Madrid falei da questão de roubo de carros daqui do Brasil (com foco no Rio) do seguro alto… e eles acharam incrível e pediram pra eu explicar como funcionava e o pior: ficaram horrorizados qndo disse q nego roubava apontando uma arma pra tua cabeça, ato inconcebível pra eles!
      Então qndo perguntei como funcionava lá, se lá não tinha assalto, me disseram que nunca, NUNCA, ouviram falar de um caso desses, e que sim, vc poderia deixar o teu carro aberto que ninguém roubaria, pelo contrário, nego chamaria a policia municipal pra retirar o carro.

  • Nem li os comentários mas já vou dizendo:

    – UFC nasceu a partir dos Grace, então não é um esporte americano. E a popularidade maior agora, é apenas porque existe muito brasileiros como campeoes, e por isso a midia. Quando era apenas o Belford e o Wanderley silva e outros dinossauros desbravando o esporte, ninguem falava, mas eu já tinha o combate nessa epoca e já era massa
    – NFL é muito melhor do que o Futebol!!!!!

    Abs!!!!!

    • Názaro de Brito

      Concordo quanto ao UFC e acrescento, o UFC realmente é modinha, mas vamos lembrar que na verdade o esporte é o MMA, e desse esporte temos outras competições tão legais quanto o UFC; esse só ficou mais famoso pelo fantástico trabalho q o Dana fez.

  • Não concordo quando o Matheus disse que podia deixar a biblicleta em qualquer lugar que não era roubado. Cara, tem vários lugares no USA que sem tu descer da biblicleta a galera coloca uma arma na tua cabeça e te rouba!!!

    Fala sério, isso não é exemplo…

    • Eu disse que no lugar que eu estava, Cleveland, é assim. É óbvio que em lugares como NY, LA, etc a realidade é bem diferente. Mas ainda assim, COM CERTEZA, muito mais seguro que qualquer capital do Brasil. Viva USA!

      • Názaro de Brito

        Concordo com o Matheus! Qndo estive em Madrid, como bom brasileiro que sou, eu ficava morrendo de medo de deixar meu casaco naqueles “porta-casacos” que tem nos restaurantes, simplesmente pq tinha medo de nego roubar o meu casaco, coisa q aconteceria fácil em qualquer lugar do Brasil, pelo menos aqui no Rio eu não deixaria! Foi um custo pra eu aprender q eu poderia deixar meu casaco ali!! rsrsrs

        • A maior parte dos EUA é realmente muito segura, como o Matheus falou. Cidades pequenas, então (o que é 90% das cidades de lá), são mais seguras ainda. Não se trancam as portas nem durante a noite.

          Cidades muito grandes, sim, são perigosas.

  • Luciano Coelho Alves

    Então vamos nessa… baixar e ver o que veio do “mar da Galiléia”